Testemunhas acusam a Urgimed de negar assistência a um homem que caiu à porta da clínica e esta nega

12/08/2014 00:54 - Modificado em 12/08/2014 00:54

Clinica UrgimedNa passada sexta-feira, dia 09, um homem caiu à porta da Clínica Urgimed e ficou inconsciente, espumando pela boca e sangrando. As pessoas que presenciaram ao acontecimento contam ao NN que solicitaram ajuda à clínica e esta não respondeu ao pedido de auxílio. Contudo, a Urgimed refuta a acusação e alega que o pedido de auxílio só foi feito após a chegada dos Bombeiros.

 

Um homem caiu à porta da Clínica Urgimed e, as testemunhas que se encontravam no local, afirmam que pediram ajuda à Urgimed que recusou. Entre os que presenciaram ao acidente, encontra-se Jussara Almeida que diz: “tentei pedir ajuda à Clínica Urgimed, mas o meu pedido e o de muitos outros foi negado por uma enfermeira que disse que teria de pagar pela assistência, por ser uma clínica privada”.

Yara Fonseca, aluna do curso de enfermagem confirma ao NN a recusa de assistência dos primeiros socorros por parte da Clínica Urgimed. Yara diz que quando chegou ao local onde havia muitas pessoas presenciando o acidente e perguntou se tinham pedido ajuda à Urgimed, a resposta que recebeu é que já tinham pedido, mas sem êxito. Mesmo assim, Yara diz ter pedido assistência pessoalmente a uma enfermeira que diz que o serviço teria de ser pago.

assistenciaA testemunha declara que após a recusa de assistência por parte da Urgimed, foi feita a mesma solicitação de auxílio à clínica ao lado, a Medi Centro, que chegou no local segundos antes dos bombeiros que encaminharam o acidentado para o Hospital Baptista de Sousa. A mesma afirma que o homem encontrava-se alcoolizado e que poderá ter tropeçado nos degraus mesmo à porta da Urgimed e ficou inconsciente, espumando pela boca e sangrando.

Os vizinhos que presenciaram ao acidente mostram-se indignados com o comportamento de uma clínica com médicos que juraram assistir qualquer doente e consideram que “foi uma atitude desumana” por parte da Clínica Urgimed.

Carlos Pereira muito indignado afirma: “todas as pessoas que estavam presentes no local ficaram indignadas com a conduta da Urgimed. As pessoas não estavam a pedir tratamento, mas prestação de primeiros socorros que negaram frontalmente”.

O NN contactou o director da Urgimed, Doutor Júlio Whanon que refuta a acusação de que a clínica negou prestação de assistência ao homem que caiu nos arredores da Urgimed. Júlio Whanon nega e afirma que “a acusação é falsa. As pessoas que presenciaram ao acontecimento pediram assistência à Clínica Urgimed depois dos bombeiros terem chegado”. O director diz que um médico nunca deverá negar assistência a qualquer pessoa que seja e, sendo uma clínica que também presta serviços sociais, não é possível negar assistência a uma pessoa e muito menos na hora do acontecimento que foi por volta das catorze horas, momento em que a clínica está mais tranquila.

  1. URGI

    O Dr. Júlio deveria era abrir um inquérito. Quando numa instituição, um Director diz que uma acusação é falsa sem que tenha feito uma investigação, este sabe que poderá ter acontecido, pois deve ser um regra da casa. A DG da Saúde perante esta grave acusação deverá abrir um inquérito o mais breve possível, para que todos saibam que quem lidam.

  2. Atenta

    Ah ta nes.. Nes terra só com dinheiro, infelizmente. Para onde estamos indo.

  3. sandra

    infelizmente hoje só o dinheiro é que conta… já não há profissionalismo… cadê o “Juramento de Hipócrates” caros médicos? cadê? mas o caso é geral, não é só da Urgimed…. é tudo saco da mesma farinha, só vêm cifrões $ $ $ $ $ $ $ $ à frente… paciência…. mas fazer o quê??????
    … e triunfalmente aparece a MEDICENTRO… tcharam!!!!!!!!!!!!!!! sinceramente!

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