Emigrantes em férias: aproveitam para visitar familiares

12/08/2014 00:51 - Modificado em 12/08/2014 00:51

tacvDurante o Verão, muitos emigrantes regressam de férias e aproveitam para visitar os familiares e passearem. A maioria dos entrevistados pelo NN são emigrantes que têm relacionamento com o estrangeiro e aproveitam para mostrar a sua origem ao parceiro.

 

Muitos emigrantes constroem famílias no estrangeiro e, ao regressarem, mostram à pessoa amada as suas origens, com visitas aos familiares, uma rotina diferente visto que no estrangeiro não têm tempo para verem os familiares.

Jorge Lima vive na Suécia há nove anos. Este ano é a segunda vez que vem com a mulher sueca. Neste Verão já passearam muito, mas sempre em casa de familiares convivendo: “preferimos conviver com os amigos e familiares em vez de sair em paródias à noite. No estrangeiro temos pouco tempo para estar com os familiares”. Catherine gosta da convivência cabo-verdiana porque aqui tem mais tempo para se divertir e estar com os familiares.

Luís Carvalho vive em Portugal e todos os anos passa as suas férias em Cabo Verde. Este ano veio com a namorada que não conhece Cabo Verde e Cátia está a gostar de Cabo Verde. Diz que “este país é maravilhoso e a simpatia das pessoas é contagiante.” Luís aproveita as férias para visitar os familiares em Cabo Verde e matar a saudade.

Antónia vive há dez anos na Holanda com o marido Ianvilance e, de dois em dois anos, passam férias em Cabo Verde, sempre na companhia dos filhos. O casal já conhece muitos lugares mas sempre há algo para descobrir: “gostamos de passear e de conhecer outros lugares”. Antónia diz que durante as férias visita os familiares porque passa “muito tempo sem vê-los”.

A maioria dos emigrantes que vem a Cabo Verde de férias aproveita para visitar os familiares e conviver com eles.

  1. Aguinaldo Fonseca

    Uma chamada especial de atenção para os emigrantes bem assim como a
    populacaao em geral.
    Atendendo que a crise já chegou e fortemente muitos tentam com todos os meios, em especial, meios ilegais encher a sua porta-moeda.
    Um dos truques muito utilizados é na passagem de troco. Se por caso fazer um pagamento com uma nota 2.000 escudos e a despesa for por exemplo 200 escudos eles dão um troque de 800 escudos em vez de 1.800 escudos. Caso descobrir o mesmo erro ou melhor dizendo a falcatrua eles dão-lhe imediatamente os 1.000 escudos que tinham reservado. E o pior ainda é que nem pedem desculpa pelo “engano”.
    Geralmente esta técnica é aplicada especialmente por mulheres jovens que começam uma conversa muito agradável com o cliente e em especial se ele for homem emigrante. Fingem nao ter troco, perguntam-lhe se tem 100 escudos ou outra quantia no bolso e atrapalham o cliente e o golpe esta consumado. Isto acontece nao só nas lojas como tambem empresas privadas e publicas.
    A minha experiência negativa nesta matéria, como EMIGRANTE BURLADO é enorme mas felizmente que descobri ainda a tempo e inclusive levo o dinheiro em papel marcado com uma tinta especial. E agora presto extra atenção pois esse piranhas estao prontos/prontas a atacar.
    Portanto ao EMIGRANTE em especial MUITA ATENCAO pois o sistema antigo de caçu body tornou-se bastante sofisticado e praticado descaradamente por uma faixa social num escalão superior.

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