Orlando Delgado: “os critérios dos contratos-programa deveriam ser transparentes.”

4/08/2014 07:37 - Modificado em 4/08/2014 07:37
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ORLANDO DELGADOO Presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande, Orlando Delgado, sente-se discriminado pelo Governo porque, para ele, o dinheiro dos contratos-programa para o Município é pouco e no que toca à taxa ecológica, infelizmente, ainda não receberam nada, enquanto que algumas Câmaras Municipais já receberam.

 

Orlando Delgado diz que quanto aos contratos-programa, a Câmara Municipal da Ribeira Grande é descriminada: “existem Câmaras que ao longo do ano chegaram a cerca de cem mil contos de contratos-programa e nós, no Município da Ribeira Grande, não chegamos nem a sete mil contos”. O Presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande acredita que deveria haver maior justiça social e que os critérios dos contratos-programa deveriam ser transparentes.

“Sabemos que a taxa ecológica já foi disponibilizada a várias Câmaras mas, a Câmara da Ribeira Grande, infelizmente, ainda não recebeu”. Foi uma das primeiras Câmaras a assinar e uma das primeiras a apresentar o projecto no âmbito da taxa ecológica. Orlando Delgado adianta que a receita municipal deveria ser transferida como era no passado, ou seja, directamente aos Municípios. “Até hoje não recebemos nenhum centavo em relação à taxa ecológica e a época das chuvas aproxima-se”.

“Todos os cidadãos são nacionais independentemente da sua cor politica”, sublinha o presidente que acrescenta que nunca descriminaram ninguém para qualquer tipo de apoio e que todo aquele que se dirigir à Câmara Municipal da Ribeira Grande em caso de necessidade, encontrará ajuda mas “nunca aproveitando-se da sua fragilidade”.

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