Calu Kakim condenado a três anos de prisão

29/07/2014 08:01 - Modificado em 29/07/2014 08:01

cannabisO 1º Juízo Crime da Comarca de São Vicente leu a sentença de um casal acusado de tráfico de droga de menor gravidade. Carlos Alberto Sousa conhecido por Calu Kakim, foi condenado a três anos de prisão com pena suspensa de três anos e a companheira Isa Costa foi absolvida.

 

O juiz do Primeiro Juízo Crime procedeu à leitura da sentença de um processo-crime que acusava um casal da localidade do Madeiralzinho de tráfico de droga de menor gravidade. Calu Kakim foi condenado a três anos de prisão com pena suspensa de três anos, porque o juiz entendeu que praticou o crime de que era acusado. Quanto a Isa Costa, não havia provas de que ela estivesse envolvida no tráfico, por isso, foi absolvida.

O caso aconteceu em Março deste ano, quando foram encontrados, na residência do casal, um saquinho com mortalhas para enrolar a erva e sementes de cannabis.

Depois das rondas da Polícia Nacional, os agentes aperceberam-se da grande movimentação de jovens em casa do casal no Madeiralzinho. No dia 24 de Março, a Polícia surpreendeu 7 jovens com idades compreendidas entre os 16 e os 22 anos com cigarros de maconha que alegaram terem sido comprados no Calu Kakim por 50$00. No dia seguinte, com um mandato de busca e apreensão, entraram em casa de Calu Kakim. Nessa busca, não foi encontrado nenhum tipo de droga, mas os agentes apreenderam um saquinho com papel para confeccionar cigarros de padjinha, sementes de cannabis e fotos do arguido exibindo uma arma de fogo e uma arma branca.

Os jovens compraram essa droga mas não tiveram a oportunidade de fumá-la porque foram logo abordados pela Polícia Nacional que a apreendeu.

  1. Geronimo

    não se deve sentir pena de viciado e nem vagabundo. mereciam 3 anos de cadeia, isso sim.

  2. Jorge Barbosa

    O “The New York Times”, um dos jornais de referência dos Estados Unidos, defendeu sábado em editorial a legalização da marijuana, comparando a proibição federal àquele estupefaciente com a Lei Seca. No texto, o jornal defende que as leis relativas à marijuana só possuem um impacto desproporcional nos jovens quando a sua dependência é um “problema relativamente pequeno” especialmente em comparação com o vício do tabaco e do álcool.

  3. Antonia Sousa

    Meu amigo J. B., vamos ver se escreve esse comentario quando o s/ filho(a) começar em marijuana fazendo dessa droga um trampolim p/ os de destruiçao irreversiveis.

  4. Clara Medina

    Foi aí nessa maldita casa que a minha filha menor, de 13 anos tornou-se viciada na droga.
    Nao só este individuo Calu mas tambem a companheira Isa que é uma voluntária de primeira, uma terrorista, passadeira de droga deviam estar na cadeia cumprindo a sua pena. Eles passam a vida a aterrorizar os vizinhos incomodando-lhes até altas horas da noite com musica alta, parodias e venda de drogas aos viciados.
    Infelizmente a justiça e em especial a policia parece ter medo dos barões da droga e apesar dos telefonemas nunca aparecem ou se aparecem nem tao pouco atrevem a sair da viatura.
    Este País tornou-se um paraíso para criminosos.

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