INPS discute com sindicatos “A Segurança Social e o Direito Laboral”

26/07/2014 00:01 - Modificado em 25/07/2014 23:36

leonesa fortesO Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), em parceria com a UNTC-CS juntou sindicalistas de vários pontos do país para debaterem sobre “A Segurança Social e o Direito Laboral”. Entre os pontos da agenda, encontram-se as condições de acesso às prestações, a sustentabilidade do sistema de segurança social, a questão da negociação colectiva, para além de uma panorâmica sobre o sistema de segurança social tendo Portugal como exemplo.

Júlio Ascensão Silva, secretário-geral da UNTC-CS, diz que são questões que afectam a vida dos trabalhadores, sendo pois importante a sua socialização com as pessoas. Falando sobre o INPS, o seu Presidente, Leonesa Fortes, declara que o maior desafio é fazer com que todos entendam a importância da segurança social, ao mesmo tempo que se trabalha no alargamento da base contributiva. E quer que reine o princípio da universalidade: “todos têm direito à previdência social”.

Para Leonesa, no momento em que se discutem questões laborais como a revisão do código laboral, o subsídio de desemprego e outras questões, “efectivamente, o INPS é um parceiro ideal para o debate destas questões”. Leonesa vê com bons olhos a promulgação do decreto que visa uma gestão tripartida do sistema de segurança social que engloba para além dos representantes do Estado, os sindicatos e o patronato. Isto, como realça a presidente do INPS, irá aumentar as responsabilidades dos sindicatos.

O secretário-geral da UGT – Portugal, Dr. Carlos Silva, disse que não se podem discutir matérias importantes para os trabalhadores sem envolver o Governo. E elogia a presença de uma representante do Governo, a presidente do INPS, o que revela uma abertura palpável de que se quer discutir, ouvir e reflectir sobre assuntos pertinentes aos trabalhadores.

  1. Clara Medina

    A organisacao INPS entra tarde ou cedo em colapso. O prometido decimo terceiro mês caiu no esquecimento e agora o próximo cavalo de batalha é o subsidio de desemprego. Cabo Verde está falido. A pergunta é num País onde mais da metade da população vive numa situação real de desemprego e um País falido quem vai pagar o subsidio de desemprego?
    Basta de promessas falsas apenas para ganhar votos. Sejamos honestos e tenhamos a coragem para informar a Nação o seu estado real ou seja um estado de falência técnica.
    A crise já chegou e o tempo de bobagens como “estamos blindados contra a crise” já passou.
    O desemprego vai disparar, empresas medias e com um certo peso económico e financeiro vao falir. Portanto a possibilidade de arrecadar mais contribuições é uma utopia.
    Leonesa Fortes sabe bem tudo isto pois deve ter estudado pelo menos o sistema social de Portugal em putrefacção. Apenas a verdade nao pode ser dita para nao contrariar a política e a cultura de mentira introduzida neste País. Portanto para nao cairmos na desgraça, para garantirmos o nosso job ou outro futuro a melhor, a mais cómoda e menos honesta é reproduzir sem contestação “his master voice

  2. Mentiras, promessas, mentiras, Promessas, Isso é dilema da JMN, com a companhia.
    E quem acredita e tira proveito nisso é só a companhia. Coitados dos coitados que agora nem de doencer e morrer tem direito, senão tem que pagar mais caro mas sustentar JMN,
    e companhia

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