Movimento contra o barulho faz queixa contra a CMSV

17/07/2014 08:18 - Modificado em 17/07/2014 08:18

lei barulhoO Movimento Contra o Barulho no Mindelo teve na base da luta a favor da lei do barulho em São Vicente, Antónia Mosso. A porta-voz do movimento mostra a própria satisfação com a aprovação da lei. E como descreve, “foi uma verdadeira luta chamar a atenção dos responsáveis e denunciar o facto aos vereadores, à Assembleia Municipal e a outras instituições”. Mas diz que a luta não é recente e que, nas suas pesquisas, encontrou abaixo-assinados que remontavam os anos 90. E é por esta luta ter demorado muito tempo que diz que as autoridades devem um pedido de desculpas “pela forma como trataram” os cidadãos.

“É uma lei importante mas só a lei não garante tudo. É um passo importante mas não suficiente”, como sublinha Mosso, esperando agora a sua aplicação da melhor forma. Isto porque, na sua óptica, ainda há que ter mais disciplina por parte das autoridades no processamento de licenças para as festas. Para Mosso, apesar da lei estar em vigor, ainda se constata que não está a ser cumprida plenamente.

E, por isso, adianta que já deram entrada na Procuradoria da República uma queixa contra a Câmara Municipal. E explica a razão. “Estamos vigilantes e temos reparado que saiu uma lei e que não tem havido mudança de comportamento por parte da Câmara. E como não vivemos num Estado sem regras e todos estamos subordinados à lei, achamos que este era o momento para fazer uma denúncia à Procuradoria”. O movimento aguarda resposta. E completa os motivos afirmando que tem reparado que a edilidade continua a “emitir licenças como se nada tivesse acontecido”. E pretendem chamar a atenção do Governo para este assunto.

 

  1. Essa Lei tem as suas vantagens e desvantagem, isto porquê? Há muitos lugares semi-fechados que têm licença para funcionar até as 3.OO madrugada como irão render os seus negócios, tendo em conta que tem compromissos nomeadamente: Clientes e funcionários que ali trabalham, Uma coisa é certa que a vantagem dessa lei são as chamadas festas populares ou de ruas tanto na cidade como nas zonas de fraldas que eu acho essa medida correcta. Acho que esclarecendo as pessoas seria melhor opção.

  2. Careca

    Precisa-se na Praia de uma mesma iniciativa. O que acontece nos finais de semana e feriados é um autêntico atentado à saúde pública. As autoridades estão nem aí. A PN quando é chamada ignora, a CMP diz que o assunto não é da sua competência. Todos lavam as mãos que nem Pilatos.

  3. ivandro lima

    A CMSV e a POP nada andam a fazer. Eu tenho sempre barrulho a incomodar-me pela madrugada, de 2ª a 2ª feira e moro a menos de 70 metros da Esquadra Central da Polícia de SV. Os policiais não fazem nada quando pessoas em bandos andam aqui a berrar pela rua e esses grupos continuama berrar mesmo em frente da sede da polícia. Por isso ainda há muito a melhorar pela CMSV e pela POP nesse sentido. PARABENS PARA O MOVIMENTO CONTRA O BARULHO!!!

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