Presidente do INPS considera lamentáveis afirmações da defesa de Carlos Além

15/07/2014 01:09 - Modificado em 15/07/2014 10:44

DSC01782O INPS através da Presidente do Conselho de Administração, Leonesa Fortes, classifica como lamentável as afirmações proferidas durante o julgamento de Carlos Além, onde o médico é acusado de burla ao prescrever receitas a pacientes em nome de beneficiários do INPS. Lamentável quando no Tribunal, durante o julgamento, o médico diz que “segue a prática de outros médicos no consultório ou quando a defesa diz que todos sabemos que passar receitas em nome de outras pessoas é uma prática comum em Cabo Verde”

 

E diz que com estas afirmações é necessário mostrar “que há uma necessidade de normalizar o sistema”. Acrescenta que o INPS tem vindo a fazer a sua parte neste processo mas que não vai conseguir sozinho se não tiver ajuda de outros interlocutores. O INPS tem vindo a criar mecanismos de combate contra a fraude e o ter levado esse caso a justiça  “vem neste sentido”.

Para Leonesa Fortes , as pessoas têm de entender o que esta prática significa e não é permitido que uma pessoa use o nome de outra para obter benefícios, “devida ou indevidamente”. E Acrescenta que os “profissionais têm de saber que esta prática tem que ter um fim”.

Estas declarações foram feitas durante a sessão de abertura do seminário do INPS dirigida aos jornalistas, sessão enquadrada nas comemorações do Dia Nacional da Segurança Social. Data que se espera que seja não só um momento de reflexão sobre o percurso da Segurança Social no país mas também sobre os desafios que se colocam ao sistema.

Para Fortes é importante partilhar com a sociedade o que já se fez e os direitos e os deveres os cidadãos para que a segurança se possa manter equilibrada. E neste sentido os jornalistas, pelas funções que desempenham, estão numa posição, segundo os responsáveis do INPS, de passarem e de compartilharem com a sociedade os processos, deveres e direitos dos cidadãos junto dos Serviços de Segurança Social.

 

 

  1. julio

    Esses profissionais sejam da saúde ou de outra instituição qualquer que burlam o Estado (de todos nós e nós todos) deviam ser metidos na cadeia e despojados dos seus bens porque andam a prejudicar aqueles que honestamente vivem neste país cheios de dificuldades e sacrifícios. Onde anda a moralidade e o juramento que fizeram para professar a sua missão com ética e idoneidade profissional.

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