Rabidantes na reclamam de espaço para a venda

27/06/2014 07:52 - Modificado em 27/06/2014 07:52
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Boavista hojeA Câmara Municipal da Boavista quer combater a venda ambulante e ilegal de frutas e legumes no Centro da cidade.

 

Há tempos que as vendedeiras se estabeleceram em frente de um supermercado chinês no centro de Sal-Rei, mas também há muito que a Câmara Municipal vinha avisando que tal prática choca com o Código de Postura Municipal em vigor e que medidas seriam tomadas, para repor a ordem.

E não tardou. As anunciadas medidas foram tomadas a meio desta semana. Os fiscais com o apoio no terreno de agentes da Polícia Nacional, obrigaram as “rabidantes”, – na maioria provenientes da Ilha de Santiago -, a saírem da rua e a ocuparem os espaços disponíveis no mercado.

Ripostaram dizendo que o Mercado Municipal não é alternativa; que há mais de cinco anos que estão nas ruas a venderem os produtos. São cerca de quarenta, afirmam não haver pedras suficientes no mercado para as acolher e reclamam que sempre que lá estão, são expulsas com a chegada das “rabidantes” do norte do país.

Uma mulher da Assomada, interior de Santiago, reivindica e diz que não anda a roubar e que vende frutas e legumes na rua para ganhar a vida, apesar de ter reclamado um espaço para poder trabalhar.

A Câmara Municipal da Boavista não arreda pé e diz que a venda ilegal na rua é para acabar. O Vereador Xisto Baptista, aponta o Mercado Municipal como alternativa e garante que há lugar para todas as vendedeiras que estão nas ruas.

Por isso, a Edilidade da Boavista diz que o Código de Postura é para ser respeitado e que não vai mais tolerar a venda ilegal nas ruas, e promete utilizar os mecanismos legais para fazer respeitar e cumprir o Código de Postura Municipal.

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