“Cabo Verde – Os Caminhos da Regionalização “ vai ser lançado em Lisboa

23/06/2014 00:36 - Modificado em 23/06/2014 00:36
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regionalizaçãoO livro, “Cabo Verde – Os Caminhos da Regionalização”,  vai ser lançado na próxima semana em Lisboa. Em Cabo Verde o lançamento está previsto para o próximo mês de julho, devendo ocorrer na cidade do Mindelo.

A obra,  uma compilação de textos sobre a regionalização, com a coordenação  e organização  de  José Fortes Lopes, um professor universitário cabo-verdiano da Universidade de Aveiro é editado pelo Movimento para a Regionalização de Cabo-Verde.

 

 

“Cabo Verde – Os Caminhos da Regionalização”, revela-nos um  traço comum a todos  os autores desta obra; são cabo-verdianos que empreenderam carreiras de sucesso na Diáspora e  promoveram  intensa atividade cívica e editorial. Certo é que,  de algum modo, mesmo à distância, estão a marcar a agenda do debate político no arquipélago. Os regionalistas obrigaram os partidos a tomar posição, nesta nova etapa da consolidação da Democracia no arquipélago.

Em “Cabo Verde – Os Caminhos da Regionalização”, também podemos  encontrar textos sobre o património e a língua cabo-verdiana, num projeto editorial onde se pretende “dar  corpo e  espírito ao manifesto, de forma a  contribuir para o despertar do ativismo cívico e a revalorização da Democracia em Cabo Verde”, defende os  promotores da obra.

Sem  filiação político-partidária, os autores, de “Cabo Verde – Os Caminhos da Regionalização”,dizem não ter outra motivação que não seja usar o seu direito de opinião no momento em que urge repensar o atual modelo político-administrativo do país, cientes de que só uma regionalização bem pensada e cuidadosamente implementada fruirá ao ponto de tirar o País do impasse em que se encontra o seu desenvolvimento.

Nesta compilação, pensam a regionalização do país, Adriano Miranda Lima, oficial do exército português, atualmente na situação de reforma com a patente de coronel, uma presença marcante em vários jornais e blogues online portugueses e cabo-verdianos sobre temas da atualidade política, literatura entre outros, Arsénio Fermino de Pina, que integrou a Organização Mundial de Saúde, como conselheiro técnico em PMI/PF, trabalhando em vários países africanos, durante dez anos, até à idade da aposentação internacional. Co-fundador da Academia de Estudos de Ciências Comparadas (AECCOM). Publicou dez livros, além de textos da sua especialidade, e tem colaboração diversa em vários jornais e revistas nacionais e estrangeiros

À  estes dois, se juntam nesta publicação, outros filhos da terra preocupados com o desenvolvimento do país, caso de  Carlos Fortes Lopes, Éder Marcos de Oliveira, Fátima Ramos Lopes, Maria Filomena Araújo Vieira e Luiz Andrade Silva.

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