Mindelo: os deficientes estão excluídos do direito à liberdade de locomoção

17/06/2014 00:57 - Modificado em 17/06/2014 00:57
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O presidente da ADEF, Associação dos deficientes, mostra-se preocupado com a situação das rampas de acesso aos deficientes.

Caminhar pelas ruas, entrar num autocarro, subir alguns degraus para a maioria da população é algo que se faz mesmo de olhos vendados, pois não apresenta qualquer importância ou dificuldade, mas para muitas pessoas com mobilidade reduzida, isso constitui um verdadeiro e grande desafio. Esses obstáculos invisíveis aos olhos da maioria, representam uma luta diária para quem se movimenta ou se desloca com ou sem ajuda dos outros.

A preocupação do presidente da ADEF, Daniel Gomes é a garantia da segurança das pessoas cadeirantes que enfrentam grandes dificuldades na deslocação e acesso a instituições. Muitos locais na cidade não têm rampas que garantam um ir e vir seguro às pessoas, muitas vezes, as ruas possuem rampas no início, mas não no fim, expondo o deficiente a riscos.

A acessibilidade de locomoção das pessoas deficientes ainda constitui um obstáculo. Muitos reclamam por maiores condições de acesso que não possibilitam a inclusão social. A questão da acessibilidade é um assunto de extrema importância porque hoje, temos um número bem grande de pessoas que apresentam algum tipo de deficiência física ou de mobilidade reduzida. Essa parcela da população não deve ser excluída de exercer o direito à liberdade de locomoção.

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