Directora Clínica do HBS: a maioria das queixas são anónimas e não conseguimos apurar a verdade

9/06/2014 01:03 - Modificado em 9/06/2014 01:03

Hospital Baptista Sousa_2A directora clínica do Hospital Baptista de Sousa, Samila Inocêncio, pede à comunicação social para ter uma papel educativo em relação aos utentes, na medida em que o HBS pode dar seguimento só às reclamações devidamente fundamentadas. Para ela, se a população não reclamar de forma correcta torna-se mais difícil melhorar os serviços.

 

A directora clínica do Hospital Baptista de Sousa, Samila Inocêncio pede à comunicação social para ter um papel mais educativo. Há livros de reclamações em todos os Front Office: “as pessoas não querem fazer reclamações, com todas as indicações pessoais e explicar tudo o que aconteceu” para que se possa averiguar o facto e ter-se como chegar ao funcionário e o HBS tentar mudar o comportamento do funcionário ou o serviço.

A directora clínica do Hospital Baptista de Sousa acredita que se os utentes fizerem denúncias anónimas, estas não têm muito efeito para o Hospital: “não vale muito para a investigação e, para melhorar, temos de confrontar o funcionário com factos e quando sabem que têm uma pessoa disposta a dar a cara é diferente”.

Samila Inocêncio diz que a maioria das denúncias são anónimas e, muitas vezes, “não é possível tomar conhecimento de tudo o que acontece no Hospital”, visto que é uma estrutura enorme: “temos vários Front Office e nós não podemos ficar a saber de tudo”. Adianta que há pessoas que fazem denúncias verdadeiras, mas há outras que fazem denúncias falsas.

“Damos seguimento a todas as reclamações”, sublinha Samila Inocêncio acrescentando que a cultura do mau atendimento, infelizmente, não é uma cultura somente do hospital, é uma cultura do cabo-verdiano.

 

  1. joão fortes

    Temos que simplificar a maneira de reclamar senão não vamos a lado nenhum.
    as nossas leis não beneficiam as pessoas, mas sim os malfeitores. muita chatice para reclamar. devia ser mais simples. Por exemplo verbalmente através de uma garvação, seria mais directo e mais simples.

  2. Nuno Ventura

    Há de facto muito medo de reclamar em Cabo Verde (eu sou dos que tenho medo) pelas consequências que muitos têm sofrido na pele. Recusar o anonimato nas reclamações e concluir que há uma cultura de mau atendimento é o mesmo que dizer que não estou cá para corrigir nada, quero é poder punir, não corrigir. E assim daqui a cem anos está tudo na mesma.

  3. roxana aguilera cald

    samila inocencio , te escondes detras del puesto q ocupas ,(tu sim eres valiente ?), para NAO DAR LA CARA ,a las denuncias, de la reducion de consultas de oftalmologia q tu povo NECESITA e esta a pedir ,so’ pq nao ves a cara del MENSAJERO !! O e’ q NAO te IMPORTA o MENSAJE ?, E vienes a ESCONDERTE em la MENTIRA q es uma “lacuna” porq la dra Lydia ,mi mama se aposento !!. Y teu madre porque NAO DA CONSULTA em SV e sim em as islas ? francisca inocencio NAO FAZ CONSULTA ,no HBS .

  4. roxana aguilera cald

    Quien tenga uma quiexa para fazer de oftalmologia e tenha medo,, venha a la net e me procura ., para eu prestar minha cara . E’ GRAVE ,q o povo cale por miedo !! El super poder e’ la HUMILDAD , Esto esta poniendose BOM-BOM !!! . Que MIEDO !!! me muero de MIEDO de las inocencios !!!! ja,ja,ja manana comento mais , pero nao dire lo GORDO ainda. boa tarde !! SRa Dra Directora Clinica del HBS ,
    Olha q nao estoy en anonimo. ,seu ARROGANTE e COVARDE . .

  5. roxana aguilera

    pena esta perder Cameroes, tristeza,pa’

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