‘Garotas de programa’ preparadas para Mundial

4/06/2014 08:56 - Modificado em 4/06/2014 08:56
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prostituiçãoA indústria do sexo promete ser uma das mais rentáveis no Brasil durante a realização do Campeonato do Mundo e os profissionais do sector não se poupam a investimentos.

 

Na semana passada, o cartaz do Hotel Bahamas, em São Paulo, onde se via uma mulher quase sem roupa sentada numa bola de futebol com um homem à frente de calças para baixo, ainda conseguiu chocar muitos brasileiros. O cartaz anunciava as promoções da empresa para o Mundial que começa no próximo dia 12 mas o seu proprietário, Oscar Maroni, foi prontamente acusado de estimular o turismo sexual.

O empresário já prometeu substituir os cartazes (que custaram 11 mil euros) por anúncios de joaninhas em posição de cópula, mas acusou a opinião pública de falso moralismo. Mas Maroni não foi o único a preparar-se para o evento. O sector do sexo, que rende qualquer coisa como mil milhões de reais por ano (cerca de 328 milhões de euros) e gera 125 mil empregos directos, está a postar forte no Campeonato do Mundo.

A empresa de produtos eróticos Hot Flowers, por exemplo, lançou uma linha especial com artigos inspirados nas cores das bandeiras das selecções participantes. A ‘Playboy’ prometeu uma edição especial para os adeptos de corpos despidos e futebol e nos sites de agências de ‘garotos de programa’, os anúncios anunciam agora ‘speak english’. Aliás, desde o ano passado que a Associação de prostitutas de Minas Gerais oferece cursos de inglês às suas associadas.

 

 

 

cm.pt

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