Tudo sobre etiqueta sexual (sim, isso existe!)

1/07/2012 18:06 - Modificado em 17/07/2012 11:17
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Já quase toda a gente já cometeu alguma gafe entre os lençóis Ou antes dos lençóis, ou mesmo depois dos lençóis. Mas também é certo que é daquelas situações em que queremos que tudo seja perfeito.

 

“Perguntaram-me se o sexo é sujo. Respondi: só se for bem feito.” A célebre piada de Woody Allen pode ser pretexto para falar de sexo e etiqueta. Sexo selvagem e boa educação combinam? Ou, em linguagem mais básica, será possível conciliar uma lady na mesa com uma louca na cama? E se for ao contrário? Mas mesmo quando nem tudo é perfeito, há sempre forma de ultrapassar as situações da melhor maneira.

 

– O dia da cueca sem elásticos

Pois. Aquelas cuecas velhinhas que vestimos sempre que queremos estar confortáveis. Ou aquelas com a cara da Cinderela que comprou porque a sua sobrinha de 7 anos insistiu imenso. Ou as tamanho XL. É precisamente nesses dias que o nosso príncipe resolve bater à porta. Metade da nossa alma está na emoção do momento, a outra metade está nos elásticos que faltam às cuecas. Como resolver: ou tem tempo para ir à casa de banho trocar de indumentária ou nem sequer fale nisso. Os homens são seres básicos, e quando não se fala nisso, eles geralmente nem reparam. De qualquer maneira, o objectivo é mesmo despir. Empurre-as subtilmente para baixo da cama.

 

– O dia mesmo mesmo antes da depilação

Ele a achar que tem uma princesa nos braços e nós só pensamos que parecemos um clone do Abominável Homem das Neves. Solução: Nem pense em dizer que não teve tempo para ir à depilação. Como foi dito atrás, faça como se não fosse nada consigo.

 

– “Sim, Joaquim. Desculpa, João”

~Gafe clássica. Sem saber porquê, chamou-o pelo nome do outro? O parvo do Joaquim, ainda por cima, que a enganou durante dois meses com a loira do 5º esquerdo. Como explicar-lhe que foi uma partida do subconsciente? Enfim, aqui tem mesmo de dizer alguma coisa. Não pode deitar-lhe o pote de mel inteiro em cima e esperar que ele se esqueça.

 

– Palavrões, vale?

Depende. Há quem ache sexy e há quem fique de repente com vontade de ir para casa ver a ‘Música no Coração’. Pelo sim pelo não, nos primeiros encontros é melhor ir com calma no guião. Também não é preciso recitar Fernando Pessoa, mas se lhe apetecer muito dizer qualquer coisa menos senhoril, vá devagar. Há quem não goste que a sua amada desate de repente a chamar-lhe ‘meu grande ******’.

 

– Banho antes, não depois

Também não é parar tudo de repente e dizer-lhe ‘espera lá que eu já volto’ e aparecer 45 minutos depois de um banho de imersão, mas mesmo que não use só Chanel n.º 5 convém estar minimamente asseada. Depois da coisa, não salte imediatamente dos braços dele para o chuveiro. Dá a impressão que achou tudo aquilo demasiado porco para ser verdade.

 

– “Sim, quem fala?”

Desligue o telemóvel. Nunca é demais repetir. E se estiver em casa, não páre tudo para falar com a sua tia Marta.

 

– Bom? Mais ou menos…

Até que ponto se deve desculpar as gafes do outro? Se for o homem da sua vida, nem dará por isso. Se estiver constantemente a reparar que ele beija ao lado, sabe a cinzeiro e tem um bocado de espinafres no dente, é sinal de que talvez seja melhor procurar outro príncipe.

 

 

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