Conheça os resultados das eleições Europeias nos países da Europa

26/05/2014 09:31 - Modificado em 26/05/2014 09:31
| Comentários fechados em Conheça os resultados das eleições Europeias nos países da Europa

marine le penDomingo foi dia de eleições europeias por toda a Europa. Fique a par dos resultados dos 27 países.

 

A Frente Nacional (FN) provocou, no domingo, um terramoto político em França vencendo as eleições europeias com 25,4% dos votos, ficando à frente dos partidos de governo e tornando-se símbolo da subida dos partidos eurocéticos por toda a União Europeia. Segundo números quase definitivos do Ministério do Interior francês, relativos ao escrutínio de 42 milhões dos 46 milhões de votos expressos, o partido de Marine Le Pen obtém mais de um quarto dos votos, superando as sondagens pré-eleitorais que o creditavam 24%.

 

Atrás ficam a oposição de direita da União para um Movimento Popular (UMP), com 20,8%, e o Partido Socialista no poder, com 13,97%, a mais baixa votação de sempre dos socialistas. Estes resultados implicam que a FN tenha 22 a 25 deputados no Parlamento Europeu, a UMP 18 a 21 e o Partido Socialista 13 a 15. Marine Le Pen pediu de imediato ao presidente socialista, François Hollande, “novas eleições” nacionais e mudar o método de escrutínio dos votos. “Que outra coisa pode ele fazer que não aplicar a proporcionalidade para que cada francês esteja representado” na Assembleia Nacional (parlamento) “e organizar nocas eleições”, questionou. A presidência afirmou que vão ser tiradas lições deste resultado e François Hollande convocou uma reunião extraordinária do governo para segunda-feira às 08h30 (07h30 em Lisboa).

ALEMANHA: CONSERVADORES DE MERKEL GARANTEM VITÓRIA MAS RECUAM NA VOTAÇÃO

Os conservadores (CDU/CSU) da chanceler alemã Angela Merkel venceram as eleições europeias na Alemanha, apesar dos progressos do partido antieuropeu AfD e dos sociais-democratas do SPD, referiu o gabinete eleitoral federal. Apesar do desgaste político após oito anos no poder, os conservadores alemães, que agora governam em coligação com o Partido Social Democrata (SPD), garantiram 36% dos votos e cerca de dez pontos de avanço sobre os seus aliados no executivo, que progrediram para os 27,4%, mais 6,6% face a 2009 e quando estavam escrutinadas 396 das 402 circunscrições. O novo partido antieuropeu Alternativa para a Alemanha (AfD), fundado na primavera de 2013 e que defende a dissolução da moeda única europeia, garantiu 7%, e confirma a sua entrada no Parlamento Europeu. “Tínhamos um objetivo que atingimos: somos a primeira força política (…) vencemos claramente. A Alemanha votou claramente pela Europa, isso confirma a nossa boa política na Europa”, sublinhou David McAllister, o cabeça de lista dos conservadores pela Alemanha. Apesar de um ligeiro recuo e dos importantes progressos do SPD e AfD, um politólogo da universidade de Dusseldorf escutado pela agência noticiosa AFP considerou que “Merkel ganhou”. Os Verdes, com um recuo de um ponto em relação a 2009, alcançam a terceira posição com 10,4% dos votos, um pouco à frente da esquerda radical Die Linke que regista 6,9%, face aos 6,1% de 2009. Os liberais ficaram-se pelos 3,4% de votos.

ÁUSTRIA: EXTREMA-DIREITA QUASE DUPLICA VOTOS E FICA EM TERCEIRO

A extrema-direita quase duplicou a sua votação nas eleições europeias na Áustria, ficando em terceiro lugar, atrás dos democratas-cristãos do OeVP e dos sociais-democratas do SPOe, segundo resultados finais divulgados pela agência austríaca APA. O Partido da Liberdade (FPOe), um dos movimentos que pretende integrar um grupo político europeu de extrema-direita com a Frente Nacional da francesa Marine Le Pen, obteve 20,5% dos votos, quase duplicando os 12% que obteve em 2009. A eleição foi vencida pelos sociais-democratas do OeVP, com 27,3%, seguidos dos sociais-democratas do SPOe, com 24,2%. Estes dois partidos governam a Áustria numa coligação liderada pelo SPOe. Com estes resultados, o OeVP elege 5 ou 6 dos 18 eurodeputados austríacos ao Parlamento Europeu, o SPOe cinco e o FPOe quatro. Os Verdes, que aumentaram 4% a votação em relação a 2009, elegem 2 ou 3 eurodeputados e o partido liberal NEOS um. O BZOe, fundado pelo antigo líder de extrema-direita Joerg Haider, que morreu em 2008 num acidente de automóvel, quase desaparece da cena política com apenas 0,5% dos votos.

CHIPRE: CONSERVADORES VENCEM EM ELEIÇÕES COM MENOR PARTICIPAÇÃO

O partido conservador do governo de Chipre reivindicou, esta segunda-feira, a vitória nas eleições europeias, com uma taxa de participação de 42,3%, a mais baixa do país na sua história política. A contagem final dos votos atribuiu à União Democrática (DISY), o partido do Presidente Nikos Anastasiades, com 37,75% dos votos, com a eleição de dois dos seis lugares reservados a Chipre no Parlamento Europeu. O partido comunista AKEL garantiu a segunda posição com 26,98%. Um resultado que permite manter os seus dois lugares no PE, mas que implicou um recuo de mais de 8% em relação ao escrutínio de 2009, num país sujeito desde há um ano a um resgate financeiro e duras medidas de austeridade. O centrista Partido Democrático (DIKO) mantém o seu único lugar, com 10,83% dos votos, seguido pelo partido socialista EDEK que, em coligação com os ecologistas, obteve 7,68% e um representante no PE. A participação eleitoral foi de 43,97%, muito inferior aos 59,40% de 2009. Nestas eleições, participaram pela primeira vez 3,19% dos cipriotas turcos que habitam no norte de Chipre, sobre controlo turco desde 1974.

CROÁCIA: OPOSIÇÃO CONSERVADORA VENCE COM ABSTENÇÃO DE 75%

A oposição conservadora da Croácia venceu as eleições para o Parlamento Europeu com 41% dos votos, numa eleição marcada por uma abstenção superior a 75%, segundo resultados oficiais provisórios. A coligação encabeçada pelo governo de centro-esquerda do primeiro-ministro Zoran Milanovic obteve 29% dos votos, elegendo quatro eurodeputados, menos um que a oposição conservadora. O novo partido ecologista ORaH e a coligação de centro-direita Aliança pela Croácia também conseguiram eleger deputados, tendo obtido respetivamente 9,4% e 7%. Os resultados foram divulgados pela Comissão Eleitoral Estatal e baseiam-se na contagem de 90% dos votos.

DINAMARCA: PARTIDO ULTRANACIONALISTA À FRENTE

O ultranacionalista e xenófobo Partido Popular Dinamarquês ficou, no domingo, à frente nas eleições europeias na Dinamarca, com cerca de 23,1% dos votos, de acordo com uma sondagem difundida pela televisão pública DR após o encerramento das urnas. O Partido Social-Democrata, da primeira-ministra Helle Thorning-Schmidt, ficou em segundo, com um resultado de 20,5%, seguido pelo Partido Liberal, com 17,2%, e pelo Partido Socialista Popular, com uma votação de 11,9%. O Partido Conservador obteve 8,6%, enquanto o Movimento Popular contra a União Europeia teve 8,2% e o Partido Radical Liberal conseguiu 7%. De acordo com esta sondagem, o Partido Popular Dinamarquês, a terceira força política no parlamento nacional e que partia como o favorito nos inquéritos anteriores a estes comícios, conseguiria três eurodeputados, o mesmo que os sociais-democratas. Liberais e socialistas deverão obter, cada um, dois lugares em Bruxelas, e os restantes partidos dividem entre si os três mandatos restantes.

ESPANHA: DIREÇÕES DO PP E DO PSOE ANALISAM HOJE OS RESULTADOS

As direções dos dois maiores partidos espanhóis, PP e PSOE, reúnem-se esta segunda-feira para analisar as fortes perdas nas eleições europeias de domingo, no que a imprensa espanhola classifica de “terramoto no bipartidarismo”. O PP e o PSOE perderam mais de 5,2 milhões de votos, passando dos 80,9% de votos que alcançaram em 2009 para 49%, com ambos a registarem o seu pior resultado de sempre numas eleições europeias. Mariano Rajoy, presidente do Governo espanhol – que ainda não comentou o resultado das eleições, ganhas pelo seu partido – preside hoje à tarde à reunião do Comité Executivo Nacional do PP. No domingo, a direção do PP destacou, sem celebrar a vitória nas eleições europeias, que os partidos do Governo apenas venceram em Espanha e na Alemanha, rejeitando tecer comentários sobre a sua forte perda de apoios. “Dos grandes países europeus, a Espanha é, além da Alemanha, o único pais onde o partido que apoia o Governo ganhou as eleições”, afirmou a secretária-geral do PP, María Dolores de Cospedal, numa curta declaração, sem direito a perguntas, ao lado do cabeça de lista Miguel Arias Cañete. Nenhum dos líderes fez qualquer comentário sobre a forte perda de apoio do partido, que obteve 26,05% dos votos e elegeu 16 deputados, muito aquém dos 42,12% dos votos e dos 24 deputados eleitos em 2009.

GRÉCIA: ESQUERDA RADICAL VENCE CONSERVADORES NO GOVERNO

O partido Syriza (Esquerda Radical) venceu as eleições europeias na Grécia com uma vantagem de mais de três pontos sobre os conservadores do primeiro-ministro Antonis Samaras. Quanto estavam escrutinados 52,95% dos votos, o Syriza, liderado por Alexis Tsipras, candidato à presidência da Comissão Europeia, surgia com 26,54%, contra 23,09% para a Nova Democracia (ND), o partido do chefe do governo de coligação. O terceiro lugar era ocupado pelo partido de extrema-direita Aurora Dourada, com 9,42%. O partido Elia (Oliveira), uma coligação animada pelo Partido Socialista Pan-Helénico (Pasok, coligado no poder com a ND), alcança 8,04%, enquanto o Potami (Rio), uma formação de centro-esquerda liberal e formada recentemente, assegura 6,53%, logo seguido pelo Partido Comunista (KKE) com 6,04%. A direita nacionalista dos Gregos Independentes obtém 3,39%, seguido do LAOS (ultradireita) com 2,8%. A Esquerda moderada Dimar deverá apenas garantir 1,2%. À semelhança de Portugal, a Grécia elege 21 deputados ao Parlamento Europeu. Numa primeira reação aos resultados, o líder do Syriza, considerou que “os cidadãos europeus festejam hoje a derrota das políticas de austeridade e dos memorandos deste país, que os líderes europeus elegeram como cobaia”.

HUNGRIA: VITÓRIA DOS CONSERVADORES E PERDA DE VOTOS DA EXTREMA-DIREITA

O partido conservador Fidesz, do primeiro-ministro Viktor Orban, venceu com mais de 50% as eleições europeias na Hungria, enquanto a extrema-direita do Jobbik perdeu quase seis por cento de votos em relação às legislativas de abril. Segundo resultados oficiais divulgados quando estavam 99,9% dos votos escrutinados, o Fidesz obteve 51,5% dos votos, elegendo 12 dos 21 eurodeputados húngaros ao Parlamento Europeu. O Jobbik, partido ultra-nacionalista de discurso racista, xenófobo e antissemita, ficou em segundo lugar com 14,7%, elegendo três eurodeputados e perdendo seis por cento de votos em relação às legislativas. A terceira força é o partido socialista MZSP, com 10,9% dos votos e dois eurodeputados. A afluência na Hungria foi de 28,92%.

ITÁLIA: CENTRO-ESQUERDA VENCE E OS EUROCÉTICOS DO 5 ESTRELAS FICAM EM SEGUNDO

O Partido Democrático (centro-esquerda) do primeiro-ministro Matteo Renzi venceu no domingo as eleições europeias em Itália com 33% dos votos, segundo uma sondagem à boca das urnas do instituto EMG para a televisão La7. A segunda força mais votada foi o Movimento 5 Estrelas do ex-humorista eurocético Beppe Grillo, com 26,5%. O partido do ex-primeiro-ministro Silvio Berlusconi, Forza Italia, obteve 18%, sendo a terceira força mais votada. A participação dos eleitores foi de 48,6%, segundo números oficiais provisórios divulgados pelo Ministério do Interior italiano.

LITUÂNIA: PRESIDENTE ELEITA PARA SEGUNDO MANDATO PELA PRIMEIRA VEZ NO PAÍS

A Presidente da Lituânia, Dalia Grybauskaite, venceu no domingo a segunda volta das eleições presidenciais, tornando-se a primeira presidente a ser reeleita para um segundo mandato neste país do Báltico. “Aceito os resultados desta eleição como um compromisso com todos vós. Nenhum presidente foi reeleito na Lituânia para um segundo mandato. Esta será uma vitória histórica para todos vós”, disse Grybauskaite num discurso feito quando estavam contados 70% dos votos. A Presidente cessante obteve 57% dos votos contra 42% do seu rival social-democrata, Zigmantas Balcytis, que já reconheceu a derrota: “Esperava um resultado melhor, estava determinado a vencer estas eleições, mas a vontade expressa pelos lituanos é muito clara, e dizem que a Presidente Grybauskaite ganhou”. Muitas vezes apelidada de ‘Dama de Ferro do Báltico’ pelo seu caráter a fazer lembrar Margaret Thatcher, Grybauskaite, de 58 anos, temo mostrado uma grande firmeza contra a Rússia na crise ucraniana, enquanto o seu rival tinha centrado o debate nos temas sociais.

POLÓNIA: CENTRO-DIREITA NO PODER VENCE ELEIÇÕES COM SUBIDA DOS EUROCÉTICOS RADICAIS

A Plataforma Cívica (PO, centro-direita), no poder, venceu as eleições europeias com 32,8% de votos, num escrutínio assinalado pelos bons resultados de um partido eurocético e por uma taxa de abstenção que ultrapassou os 75%. O Congresso da Nova Direita (KNP), um pequeno partido antiUnião Europeia, garantiu pela primeira vez a eleição de quatro deputados, com 7,2% de votos, referem as últimas projeções divulgadas pelas principais cadeias televisivas. Dirigido por Janusz Korwin-Mikke, 72 anos, um matemático excêntrico e antigo dissidente ultraliberal, este movimento afirma pretender entrar no Parlamento Europeu “para desmantelar a Europa por dentro” e que permanece “minada pela corrupção e pelos comunistas”. O PO, do primeiro-ministro Donald Tusk, confirmou o favoritismo das sondagens e com 32,8% de votos elegeu 19 deputados, à frente dos conservadores do Direito e Justiça (PiS) de Jaroslaw Kaczynski, com 31,8% e também 19 deputados. O Partido social democrata SLD não foi além da terceira posição (9,6% de votos, 5 deputados), à frente do KNP e do Partido camponês PLS e aliado do PO, que obteve 7% e quatro deputados. A taxa de participação não ultrapassou os 22,7%, inferior aos 25% das precedentes europeias de 2009, num país que elege 51 eurodeputados.

REINO UNIDO: ANTIEUROPEUS INGLESES REIVINDICAM RESULTADO “HISTÓRICO”

O líder do Partido da Independência do Reino Unido (UKIP), antieuropeu, considerou esta segunda-feira “histórico” o resultado obtido nas eleições europeias, numa altura em que conta com 23 dos 73 deputados eleitos pelo país. Depois de em 2009 o partido de Nigel Farage ter conquistado 13 dos assentos britânicos no Parlamento Europeu, nas eleições de domingo contava com 23 lugares, quando estavam por apurar ainda dois dos 12 círculos eleitorais no Reino Unido. Com os resultados apurados até agora, o UKIP consegue 27% dos votos, ou seja, mais dois pontos percentuais do que os Trabalhistas, o maior partido da oposição. Os conservadores liderados pelo primeiro-ministro, David Cameron, figuravam como a terceira força, com cerca de 24% dos votos, apesar de estarem ‘empatados’ com os Trabalhistas – ambos conquistaram com 18 assentos –, quando faltam os dados da Escócia e da Irlanda do Norte. O UKIP, que defende o abandono da União Europeia, foi em 2009 a segunda força mais votada neste país, com 13 lugares, face aos 25 lugares dos conservadores. Os grandes derrotados nas eleições no Reino Unido são os liberais-democratas, que governam em coligação com os conservadores de David Cameron, que apenas conquistaram um lugar em Estrasburgo.

ULTRANACIONALISTAS GANHAM TERRENO NOS PAÍSES ESCANDINAVOS

Partidos ultranacionalistas e anti-Europa foram dos que registaram subidas mais acentuadas nos países escandinavos, com um partido xenófobo a liderar os resultados das eleições europeias na Dinamarca. Na Dinamarca, o Partido Popular Dinamarquês foi o grande vencedor do escrutínio, conquistando quatro dos 13 lugares no Parlamento Europeu, com 26,7% dos votos, um resultado que representa uma subida de 11 pontos percentuais. Estes eram os dados quando estavam apurados ainda 92% dos votos. Os sociais-democratas da primeira-ministra, Helle Thorning-Schmidt, perderam mais de dois pontos, obtendo 19,1% dos votos, mas conseguiram manter ainda assim os três deputados. O líder da oposição, Partido Liberal, perdeu um dos três mandatos, com o resultado de 16,6%. Nos resultados, seguiram-se o Partido Socialista Popular, os conservadores e Movimento Popular contra a União Europeia, de esquerda, que subiu quase um ponto, para 8,9%, voltando a eleger um eurodeputado. O Partido Radical Liberal, parceiro dos sociais-democratas no governo, conseguiu regressar ao Parlamento Europeu, com 6,5%. Na Finlândia, a Coligação Nacional, os conservadores no governo — formado por seis partidos -, obteve 22,6% dos votos, conseguindo eleger três eurodeputados. Com o mesmo número de eleitos — um deles o atual comissário dos Assuntos Económicos e Monetários, Olli Rehn – o Partido do Centro, o segundo maior partido na oposição, obteve 19,7%. O partido populista e anti-Europa Verdadeiros Finlandeses subiu mais de três pontos percentuais na votação, registando 12,9%, resultado que garante dois lugares no Parlamento Europeu. Um dos eleitos, Jussi Halla-aho, foi condenado em 2012 por comentários xenófobos e anti-islâmicos. O Partido Social-Democrata, um dos parceiros dos conservadores na coligação do governo, foi o que mais sofreu com o avanço dos Verdadeiros Finlandeses, caindo para a quarta posição, com 12,3% dos votos, menos 5,2%, conseguindo ainda assim manter os seus dois eurodeputados. Na Suécia, o líder da oposição, o Partido Social-Democrata, foi o ganhador destas eleições, com 24,6% dos votos, obtendo seis lugares em Estrasburgo, seguindo-se o Partido do Meio Ambiente, que conseguiu três eurodeputados (mais um), com 15,1%. O partido do primeiro-ministro, Fredrik Reinfeldt, – Partido Conservador — foi o grande derrotado, perdendo cinco pontos para um resultado de 13,5%, o que representa dois mandatos, menos um do que nas últimas eleições. Em contrapartida, a extrema-direita registou a maior subida (sete pontos), com os Democratas da Suécia a terem 9,9% dos votos e dois eleitos. Outra surpresa foi a conquista de um lugar pelo partido Iniciativa Feminista, que foi criado há nove anos por uma popular ex-deputada socialista, que obteve agora 5,3% dos votos. Pelo contrário, o Partido Pirata perdeu os seus dois eurodeputados, ficando-se pelos 2,2% dos votos, abaixo da fasquia mínima de 4%.

 

 

cm.pt

Os comentários estão fechados.

Publicidades
© 2012 - 2018: Notícias do Norte | Todos os direitos reservados.