Petição: autoridades vendem a água a um preço exorbitante

21/05/2014 07:31 - Modificado em 21/05/2014 07:31

20140520_112225No dia que assinala o seu 16º aniversário a ADECO lança uma petição para a redução do preço de água nas sentinas e fontenários. António Pedro Silva, presidente da direcção da ADECO, considera que o preço que as camadas mais desfavorecidas da população pagam pela água que consomem é um atentado aos direitos humanos.

 

António Pedro Silva justifica a petição dizendo que as pessoas que compram a água nas sentinas e fontenários pagam cerca de cinco vezes mais o que pagam as pessoas que têm água na torneira. “pior ainda, pagam um valor muitíssimo superior ao que as Câmaras Municipais pagam às empresas ou ao instituto que lhes fornece água”- assegura o presidente da ADECO. Isto enquanto “ essas as autoridades bebem água engarrafada à custa dos contribuintes, que pode custar entre 300 a 1000 vezes mais que custo da água da torneira, por isso, a ADECO “no exercício da cidadania, quer ser solidária nessa luta, por essas pessoas” porque pensa que é um atentado contra a democracia e contra os direitos humanos.

 

Para António Pedro Silva, as pessoas que não têm rendimento, não deveriam estar a pagar elevados custos de água, “não há razões para isso”.

Silva considera que o preço da água das sentinas e fontanários é um ataque aos direitos humanos dessas pessoas, é uma forma de abuso de poder e de falta de democracia. Adianta que é uma situação que tem vindo a denunciar, mas que as autoridades não estão a dar ouvidos, mas que a ADECO vai ter de enfrentar e espera que “isso sirva, mais uma vez, à sociedade que não se pode compadecer ou calar perante situações de ataque às pessoas mais desfavorecidas”.

 

  1. Eduardo Oliveira

    Um pedido (dever) que bem cabia aos deputados cuja obrigação é apresentar os desideratos dos eleitires na Assembleia.
    Em principio, em qualquer parte do mundo democràtico, essa é a sua função mas, no nossa miserçvel sociedade onde o povo vive num constante congresso de depressivos, abrem os olhos, levantam-se na hora dos votos e introduzem o boletim com a cara do pau mandado indicado pelo seu partido. E o resultado é um povo partido, pronto para o enterro.

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