Clama por reestruturação e remodelação.

20/05/2014 07:47 - Modificado em 20/05/2014 07:47
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escola seguraA Escola Semião Lopes, mais conhecida por escola da Bela Vista, precisa urgentemente de remodelações. Pais e encarregados de educação queixam-se das más condições das salas de aulas, tornando-se numa ameaça à segurança dos alunos e professores.

 

As duas primeiras e únicas salas construídas há várias décadas encontram-se em estado de degradação, o tecto das mesmas está a cair aos bocados colocando em perigo a segurança da comunidade escolar.

Maria da Luz, encarregada de educação que se encontrava à porta da escola, mostra-se preocupada com a situação e diz que teme qualquer incidente e que as salas não deveriam ser utilizadas enquanto não houver segurança. A mesma, agora com 35 anos, recorda que estudou nas salas mais antigas quando só existiam duas salas.

Maria da Luz diz-se preocupada com as “péssimas condições” com que os alunos fazem educação física: “ao meio-dia, momento em que o sol está mais quente, encontramos alunos e professores a fazerem educação física no campo descampado e ensolarado, o que é prejudicial para a saúde dos nossos filhos”.

Em entrevista ao director da Escola Semião Lopes, António da Luz Silva, o mesmo reconhece que as salas precisam de reforma urgente e adianta que tem na sua agenda uma proposta para o Ministério da Educação que é a desactivação das duas salas de aulas mais antigas.

Desde o mês de Janeiro que o tecto das salas começou a cair, pelo que não oferece condições de segurança para os alunos e professores.

No entanto, entre as salas mais recentes, também há salas com falta de sérias remodelações porque os tectos das mesmas já dão sinais de reforma, devido à acumulação das águas das chuvas e do próprio material utilizado na cobertura das salas.

O director mostra-se preocupado com as condições da escola e avança que a escola precisa de melhores infra-estruturas, nomeadamente o calcetamento da escola porque o recinto é descampado, a falta de uma placa desportiva para a realização das modalidades desportivas onde os alunos possam fazer educação física em boas condições.

O director avançou que tem diferentes projectos para a escola, mas as dificuldades financeiras são um entrave para colocá-las em prática, embora de acordo com as possibilidades, o mesmo tem feito obras significativas desde a sua gerência.

Preocupado com a segurança e a inclusão dos alunos deficientes e cadeirantes, construiu rampas à entrada da escola e, dentro do recinto de acesso para os alunos em condições especiais, fez um pequeno calcetamento à entrada.

António Silva reconhece que a escola precisa de infra-estruturas para que a mesma tenha condições para responder à demanda e garantir a segurança dos alunos.

 

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