Julgamento “Djon” Alves : “este caso é um exemplo de como não se deve lutar contra a criminalidade”

12/05/2014 00:13 - Modificado em 12/05/2014 00:13

juiz3A defesa de Djon” Alves pediu a absolvição do seu cliente por considerar que o processo está ferido de ilegalidades . Afirma que “este caso é um exemplo de como não se deve lutar contra a criminalidade”.O MP discorda e pede a condenação do arguido por acreditar que há provas suficientes para condenar “Djon” por tráfico de estupefacientes.

O 2º Juízo Crime do Tribunal de São Vicente continuou com o julgamento de Alberto “Djon” Alves. “Djon” que responde pelo crime de tráfico de droga, detenção de arma e, ainda, dois crimes de receptação , viu a sua defesa pedir a sua absolvição.

A defesa de “Djon” Alves pediu a anulação do mandato de busca domiciliária, acção que proveu às provas para a acusação. A defesa alega ilegalidade do mandato de busca. O primeiro ponto que defendeu foi que a busca domiciliária nocturna, como foi o caso, está prevista apenas para casos excepcionais e deve ser realizada em casos de crime organizado e de terrorismo, o que não era o caso”. E, para a defesa, não há indícios de complexidade ou de crime organizado.

Admite que o arguido tenha vendido droga, como algumas testemunhas afirmaram, mas a um grupo restrito de amigos. Ainda sobre a busca, a defesa afirmou que não foi fundamentada e que era um mandato sem prazo, esperando pela oportunidade, o que não se enquadrava.

A absolvição também é pedida, por não se tratar de alguém que já tinha sido condenado por este crime, afirma a defesa.

Mas a defesa deixou entender que era algo premeditado para tentar apanhar o arguido. E, durante o julgamento, afirmou que este caso é um “exemplo de como não se deve lutar contra a criminalidade”. “As ilegalidades são muitas, pelo que pede a nulidade das provas colhidas”. Como sublinha, pede a absolvição por falta de provas por considerar nulas as provas recolhidas.

Por outro lado, a MP pede a condenação do arguido por acreditar que há provas suficientes para condenar “Djon” por tráfico de estupefacientes.

 

 

 

 

  1. Geronimo

    Para para a defesa de “Djon Alves”… mas deixo o meu recado ” Quem defende bandido.. também é bandido”
    Ai se a moda pega.

  2. cidadão

    cinceramente. alem do defesa do traficante ser igual a ele acho que é tecnicamente incompetente e leviano, sabe que o homem é traficante que é um mal para a sociedade mas por causa da ganancia não coeibe de por todosos meios e arguntos sem nexo defende-lo e deixa-lo a matar filhos de coitado. espero que a justiça funciona e coloca o bandido na cadeia. para evitar que ele mata o filho deste advogado idiota.

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