Tráfico de drogas: 2 juízo julga suspeito que tinha colocado em TIR e o Supremo colocou em prisão preventiva

29/04/2014 07:29 - Modificado em 29/04/2014 07:29
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trafico drogasDois anos após o início das investigações, Alberto “Djon” Alves senta-se no banco do réu no dia 6 Maio 2014 para responder a uma nova acusação do Ministério Público, por tráfico de drogas de maior gravidade. No primeiro interrogatório, o cidadão ficou em liberdade, mediante Termo de Identidade e Residência. Mas, o MP interpôs recurso, e o Supremo Tribunal da Justiça deu ordens para a sua detenção na Cadeia de São Vicente, enquanto desenrolava o processo de instrução.

 

“Djon” foi detido durante uma operação de busca a sua residência, na posse de uma quantidade de marijuana que dava para confeccionar cerca de 150 doses, 8 porções de cocaína pura, uma barra de haxixe que poderia dar para cerca de 60 doses, uma pistola 6.35 com 6 munições, 100 mil escudos e 440 euros em dinheiro e objectos de proveniência ilícita.

 

O cidadão vai agora ser julgado pelo juiz, que o colocou em TIRi no primeiro interrogatório. O Ministério Público assegura ter provas de que este praticou um crime de tráfico de estupefacientes. E, que dada a sua reincidência nessa matéria, pede a condenação do arguido a uma pena efectiva.

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