Curto-circuito entre a PJ e o Segundo Juízo Crime de São Vicente

28/06/2012 06:16 - Modificado em 28/06/2012 06:16

A Polícia Judiciária voltou a contestar mais uma decisão do Segundo Juízo Crime de São Vicente. Depois do juiz de instrução criminal não ter aplicado qualquer medida a um cidadão detido na posse de mil contos em notas falsas, agora o caldo entornou com TIR aplicado a um indivíduo, detido na posse de droga, uma pistola, 100 mil escudos e 440 euros em dinheiro, entre outros objectos. Para a PJ o magistrado atirou ao chão uma operação que durava a 8 meses e que encontrou elementos capazes de atirar o sujeito para a prisão preventiva.

 

O NN apurou que a relação entre a Polícia Judiciária e o 2º Juízo, na cidade do Mindelo estão azedas, visto que a libertação de Alberto “Djon” Alves foi a gota de água. O indivíduo foi detido durante uma operação da autoridade criminal que contou com a presença de um magistrado da Procuradoria de São Vicente. Nas buscas a casa de “Djon”, a PJ apreendeu uma quantidade de marijuana que dava para confeccionar cerca de 150 doses, 8 porções de cocaína pura, uma barra de haxixe que poderia dar cerca de 60 doses.

Por ouro lado apreenderam uma pistola 6.35, com 6 munições, 100 mil escudos e 440 euros em dinheiro e objectos com proveniência ilícita. Porém estes argumentos não convenceram o juiz de instrução criminal e após o interrogatório aplicou Termo de Identidade e Residência (TIR) e apresentação três vezes por mês numa Esquadra Policial, na cidade do Mindelo.

Esta decisão do magistrado mereceu a contestação da PJ e foi acrescentada ao caso do guineense Itero Bary, detido em Março na posse de notas falsas no valor de 1030 contos cabo-verdianos. Por coincidência o mesmo juiz que libertou Alberto Alves foi quem não validou a detenção de Barry porque entendeu que a autoridade criminal cometeu uma ilegalidade.

Mas para a PJ não se tratou de uma detenção ilegal porque foram cumpridos os requisitos conforme o artigo 10º da lei de segurança interna e prevenção. Com este novo caso, a autoridade criminal não entende porque é que “Djon” não foi encaminhado para a prisão preventiva, por se registar um acto de reincidência. A libertação do sujeito deixou o pessoal da PJ com os nervos a flor da pele, uma vez que viram um trabalho que durou oito meses em uniformidade com um magistrado da Procuradoria de São Vicente ser chumbado por um juiz de instrução criminal.

  1. Silva

    É uma autentica Republica das Bananas…

  2. joao Pina

    Depois ta fladu ma policia que sta trabadja.

  3. Filho da terra

    Hummmmmmmmm dá para pensar e repemsar certas coisas … bom bom. No outro caso que foi avançada pela NN (Yero Bary), foi algo muito estranho e agora este leva-nos a pensar muitas coisa e não são boas. BOM BOM BOM … cuidado pessoal Tribu…

  4. AIBU

    nada de estranhar. se ques diabo qta na puder ta fazê pior,ja bsot sabê que um juizinho tem que sigui ta fazê igual.gente ta pergunta se el ca tem um bocadim daquel cusinha gatchode la na sê casa. porque conte tem duvida pj ca ta ba fazel um vsita.terra de merda assim merda gente ta continua ta qmê.

  5. Fernando Delgado

    Qualquer coisa não bate bem.Sempre os mesmos de um lado e do outro!Alguém mais acima deve analisar estes casos.

  6. Nadia

    È caso para as autoridades investigarem esse juiz

  7. ridlav

    esses juiz deve sentar no banco dos reus. ele coabita com o crime.

  8. Jb

    quem ess Juiz el ta mitid ness muv nem deve ser colega d´August Neves

  9. hl

    É o que eu tenho vindo a dizer os verdadeiros bandidos estão nos tribunais.

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