Juiz coloca na cadeia mulher que ameaçou e tentou agredir ex-companheiro

17/04/2014 07:54 - Modificado em 17/04/2014 07:54

algemasA mulher reafirmou em Tribunal que caso fosse libertada, manteria a mesma conduta.E o juiz mandou-a para a cadeia. O ex.companheiro suspirou de alivio , visto que a ex.companheira o tinha ameaçado de morte e apedrejado o seu carro e a casa .

 

 

O Tribunal continua a mandar para a prisão os cidadãos indiciados da prática do crime de Violência Baseada no Género. Desta vez, uma mulher de 37 anos foi enviada para a prisão preventiva na Cadeia de São Vicente. O Tribunal decidiu que a arguida deveria aguardar o julgamento na prisão, porque a mesma ameaçava e tentou agredir o ex-companheiro. E, ainda chegou a apedrejar a sua residência e a sua viatura. A mulher reafirmou em Tribunal que caso fosse libertada, manteria a mesma conduta, por isso, como medida de prevenção geral, o juiz mandou-a para a prisão.

 

O Juízo Crime procedeu ao interrogatório de uma cidadã natural da ilha de São Vicente detida pelas autoridades criminais por suspeitas de Violência Baseada no Género. Segundo o que apurámos, a mulher de 37 anos foi detida com base numa denúncia do ex-companheiro que trabalha como comerciante na Praça Estrela.

 

Conforme quanto apurado, o cidadão apresentou várias queixas à instância judicial a informar que a ex-companheira estava a perturbá-lo, com ameaças de morte e tentativas de agressão, tendo inclusive, atirado pedras contra a sua casa e ainda tentou destruir-lhe a viatura.

 

O caso estava a ser investigado pelas autoridades criminais, uma vez que a cidadã voltou a ter a mesma conduta. Com a comprovação dos factos e da sua reincidência em matéria, a mulher foi entregue ao Juízo Crime para a aplicação de uma medida de coacção.

 

Prevenção geral

 

O NN sabe que “o Tribunal esteve a analisar o caso para tomar a sua decisão sobre o processo-crime. Mas, como medida de prevenção geral, dada a conduta da arguida que afirmou ter a intenção de continuar a perturbar a ordem do queixoso, o juiz entendeu que a atitude da arguida preenchia os pressupostos de ilicitude criminal que não permitiam deixá-la em liberdade”.

 

Diligências

 

Perante os factos, o Tribunal com base nas provas recolhidas, aplicou o artigo 290º do Código Penal, decretando a prisão preventiva da mesma, que foi encaminhada para a Cadeia de São Vicente, onde vai aguardar o desenrolar do caso.

 

Quanto ao processo-crime, este foi enviado para o Ministério Público para se apurarem os factos que culminaram na agressão. Terminada a fase de instrução, o MP deduzirá a acusação para que a arguida seja submetida a julgamento.

  1. adilson

    essa mulher esta infringindo a lei vbg , mas tambem ela so pode estar com problemas psiclogica, o juiz deve tambem mandar a mulher para um psicolgo ou psicolga para apurar se a mesma esta sofrendo de perturbacoes mentais , dado a forma de ela ter reafirmado que se ela fosse libertada iria cometer o mesmo acto ,so pode ela estar doente mental

  2. kucal

    Esse MUD te MUD médios pa ………ess e ne SV esse e OT sv

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