Muitas dúvidas e poucas certezas para a autópsia desvendar

9/04/2014 07:22 - Modificado em 9/04/2014 07:22
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duvidasVolvida uma semana, o corpo do cidadão nigeriano, Emanuel, de 39 anos, encontrado num beco situado na zona de Chã D´Faneco continua na câmara fria da Casa Mortuária do HBS. A autópsia ainda não foi realizada porque as autoridades estão a aguardar a chegada de uma médica legista para realizar o exame. O caso é um mistério por esclarecer e a autópsia é tida como um recurso para saber a causa da morte e determinar se se está ou não perante um crime de homicídio.

 

Na madrugada de quarta-feira, 2 de Abril, foi encontrado sem vida um cidadão nigeriano na estrada de acesso à zona de Chã D´Faneco. Emanuel foi encontrado por volta das 5h30min num beco a cerca de 300 m do cyber-café que lhe pertencia. A vítima estava de barriga para o chão e trazia vestido apenas um calção. O resto da roupa de Emanuel foi encontrado debaixo de uma pedra, a 60 metros do local onde estava o corpo.

 

O corpo de “Manu” foi conduzido à Casa Mortuária do HBS e, por se tratar de um caso especial cuja causa da morte é uma incógnita, as autoridades sanitárias accionaram os serviços de um médico legista. O corpo ficou na câmara fria à espera da chegada de um especialista da Praia ou do Fogo. É que há mais de dois anos que a ilha de São Vicente deixou de ter um médico legista.

 

Os indícios recolhidos pela PJ no local e no corpo ainda não permitiram saber quais foram as causas da morte, visto que o corpo não apresentava sinais exteriores de violência. O NotíciasdoNorte apurou que volvidos sete dias, o corpo do cidadão nigeriano vai ser sujeito a autópsia, pois um legista chegou à ilha de São Vicente para apurar as causas da morte de Emanuel.

 

Nesta quarta-feira, a Polícia Judiciária fica a conhecer o resultado do exame médico para que possa prosseguir com as averiguações, se se confirmar que houve mão criminosa. Quanto ao que está por trás da morte de Emanuel, o NN sabe que a PJ só agora vai começar a desvelar o novelo. É a partir desse elemento, a autópsia, considerado “esclarecedor” numa investigação de morte “misteriosa” que a PJ vai trabalhar. Por isso, dizem que ainda é cedo “para confirmarem seja o que for e muito menos dizerem o que provocou a morte do cidadão, sem terem o resultado definitivo da autópsia”.

 

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