Choque hemorrágico e perda de sangue causaram a morte de Mileidy

8/04/2014 00:11 - Modificado em 7/04/2014 23:45

faca costaAs autoridades médicas e a Polícia Judiciária realizaram uma perícia para apurarem as causas da morte da jovem Mileida Santos, conhecida por Mileidy, assassinada à facada na zona de Chã D´Cemitério, São Vicente. As análises ao corpo da vítima demonstraram que foi agredida com golpes de faca e que Mileidy sofreu um choque hemorrágico, pelo que, devido às hemorragias, veio a falecer por excessiva perda de sangue.

 

O exame médico foi realizado ao corpo de Mileida Santos de 21 anos e as autoridades apuraram que o homicídio foi perpetrado com uma faca. As análises permitiram esclarecer o registo dos ferimentos e apontaram que a vítima tinha golpes na região torácica e que sofreu politraumatismo torácico resultante das agressões com uma faca.

 

Em declarações à RCV, a delegada de Saúde Ariana Monteiro afirmou que “fizemos a autópsia de hábito interna, porque achamos que não era necessário, nessas circunstâncias, irmos mais além. Trata-se de uma jovem que morreu em consequência de um choque hemorrágico, resultante de politraumatismo torácico, com lesões inciso-perfurantes de costelas, do pulmão direito e, provavelmente, a lesão de grandes vasos sanguíneos com uma abundante hemorragia”.

 

O Departamento da Polícia Judiciária do Mindelo está a realizar diligências para investigar o assassinato da jovem de 21 anos. A PJ esteve a interrogar as pessoas que encontraram o corpo da vítima e assegura não estar ainda na posse de todos os elementos que possam desvendar essa morte e que ainda não foi identificado o indivíduo que matou Mileida Santos.

 

O caso deixou em estado de choque os familiares e amigos da vítima que “foram apanhados de surpresa com a notícia do assassinato de Mileidy. Uma tragédia que deixa sofrimento e revolta por não se saber que a matou” explicou ao NN, Francisco Santos, pai da vítima. O móbil do crime está a ser censurado pela sociedade são-vicentina, numa altura em que a PJ procura esclarecer o mistério dos factos do homicídio e deter o autor da morte da jovem.

  1. Zé Black

    “fizemos a autópsia de hábito interna, porque achamos que não era necessário, nessas circunstâncias, irmos mais além”….Pergunta: neste caso se antes disso ela foi violada, ficou-se por saber. Ela podia ter sido violada antes de morta…é uma hipótese, neste caso convinha uma autopsia completa, não acham? fica a duvida no ar e mais uma morte por desvendar.

  2. peter

    esta coberto de razao black.qualquer cego ve que o procedimento foi incorrecto…haja lata

  3. Maria

    Que autopsia de republica de banana !
    Homicidio de uma jovem e nao fazem uma autopsia completa .
    como sabem quando ela morreu / que tinha no estomago ?
    sera que lutou com os agressores ? sera que foi violada ? por quem ? um homem , dois homens , tres , quatro ou mais . sera que foi assasinada no local ou trouxeram- na para o local depois de ja estar morta ? muitas respostas mas ….
    A policia de Caboverde is inept . deviam ver o show policial CSI ( Crime scene investigation para aprender

  4. margarida

    Haja lata msm.e se ela foi violentada antes?como vao saber

  5. Ze black

    Pelos outros comentários, já percebi o porque de não ter sido necessário fazer a autopsia completa, ia ser inconclusiva alem de que se calhar iam aparecer pelo menos uma dúzia de suspeitos. O pai ha-de carregar este peso na consciência eternamente.

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