CMSV adequa a fórmula legal de cálculo do imposto único sobre o património

28/03/2014 00:29 - Modificado em 28/03/2014 00:29

CMSVEssa adequação como explica a edilidade é baseada no “argumento do Governo em harmonizar a aplicação da fórmula de cálculo do IUP em todo o território nacional”.

 

Isso por forma a garantir uma transição progressiva da antiga para a nova fórmula e por forma a moderar o agravamento súbito dos encargos do IUP suportados pelos contribuintes. É que a edilidade cobrava o IUP mas não aplicava a fórmula correcta.

 

A CMSV explica que recebeu a responsabilidade da cobrança do IUP no âmbito do processo de reforma administrativa e financeira do estado em 2003. “A transição supra foi realizada pelos serviços competentes do Ministério das Finanças e da UC_RAFE, actualmente denominada NOSI, que no entanto não aplicou a fórmula legal de cálculo da contribuição predial previsto no Regulamento do Imposto Único sobre o Património”.

 

A CMSV sabe que esta medida acarretará um encargo para os contribuintes, visto que sofrerá um aumento. Mas garante que fez apenas a adequação da fórmula do calculo como previsto pelas instâncias superiores.

  1. Carlos Ramos

    “A transição supra foi realizada pelos serviços competentes do Ministério das Finanças e da UC_RAFE, actualmente denominada NOSI, que no entanto não aplicou a fórmula legal de cálculo da contribuição predial previsto no Regulamento do Imposto Único sobre o Património”.
    ————————————————————————————————–
    Eu como simples cidadão, como simples contribuinte sou responsabilizado pelos “serviços incompetentes” do Estado. É de bradar aos céus. Tudo resultado duma maquina estatal que funciona apenas quando é para sacar o bolso do dócil contribuinte.
    Se houvesse uma maquina estatal mais pequena que funcionasse em condições, se os funcionários fossem seleccionados à base da sua competência e nao de amiguismo, clientismo, etc,etc, se o Estado fosse mais sóbrio nas suas remunerações, nos carrões que eles utilizam e se fosse exigido mais profissionalismo, mais ética, mais responsabilidade dos funcionários tais cálculos seriam feitos correctamente e aplicados atempadamente.
    Estamos e continuamos entregues à bicharada.
    E tudo isto é o começo. A caminhada vai ser longa e dolorosa para o “dócil contribuinte”.

  2. INCOMPETENCIA

    NÃO VOU PAGAR, SEM ANTES SABER QUAL A PERCENTAGEM DE SANVICENTINOS (COM CASA LEGAL) QUE PAGAM

  3. Trabalho amador

    Não sei porque mas , este jornal esqueceu-se de referir que esta câmara aumentou todas as taxas e introduziu a taxa do lixo. depois querem que o jornal seja levado a serio. Podem ate não publicar a minha opinião mas recado fica dado

  4. contribuinte

    Pois nos os contribuintes somos obrigados a sacrificar o nosso bolso para alimentar os vícios dos funcionários incompetentes e abusados das câmaras e do estado em geral. Pagar quantias elevadas para os fiscais terem combustível a falar e a folgada para irem à Baía e Norte comer e beber em trocar de terrenos e construções clandestinas.estamos tramados mas previdência divina um dia há-de os castigar.

  5. Indignado

    Cinco anos que funcionários da função pública, estão sem aumaento de vencimento e, prejudicados com a inflação de que estamos condenados a viver. É inadmissível como o IUP, se aumenta num piscar de olhos com um percentagem acima dos 100 por cento. Mas o consumidor é cada vez mais roubado e ursupado por um estado ladrão , protegido por uma cambada de malfeitores. Pobr de nós os caboverdeanos cada vez m ais explorados e sonegados por essas rúfias da máquina do governo.

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