Juiz proíbe mulher de bater no companheiro: mulher que é mulher não bate em homem

20/03/2014 07:34 - Modificado em 20/03/2014 07:34

VGBUm homem de 66 anos que reside na zona da Chã de Tiliza, São Vicente decidiu apresentar queixa contra a companheira. A mulher de 35 anos maltratava o marido e, da última vez, agrediu a vítima com uma garrafa de vidro. Provados os factos, o juiz condenou a arguida a uma pena de seis meses de prisão, mas suspendeu a pena com a condição de que esta não volte a bater no companheiro. Caso contrário irá para a prisão.

 

O Juízo Crime havia determinado que por condições de segurança, a mulher de 35 anos ficaria proibida de contactar a vítima. É que o Tribunal apurou que a cidadã tinha por hábito agredir o companheiro com quem vivia e que o homem por não suportar as contínuas agressões físicas e psicológicas, dirigiu-se à Polícia Nacional para apresentar queixa. Na última ocorrência, a agressão foi perpetrada com uma garrafa de vidro. A vítima sofreu ferimentos que determinaram a sua condução ao Hospital Baptista de Sousa para receber tratamentos médicos.

 

O juiz, durante a pronúncia da sentença, assegurou que “o Tribunal recolheu provas que a arguida tem instinto para agredir pessoas. E que ao manter uma relação amorosa com o queixoso, aproveitou-se desse tipo de comportamento para maltratá-lo de várias formas. Na última agressão, ao utilizar uma garrafa de vidro, teve uma conduta grave que poderia ditar um desfecho fatal ao caso e isso é punido por lei”.

 

Perante os factos apurados durante a audiência de julgamento, o juiz aplicou as normas vigentes na Lei sobre a Violência Baseada no Género aplicando pena de seis meses de prisão à arguida.

 

Mas a pena foi suspensa por um período de dois anos e seis meses, em razão da situação da cidadã que é ré primária e que pediu uma oportunidade de reintegração. O magistrado aconselhou a mulher a mudar a conduta e de “não importunar o ofendido com agressões físicas e psicológicas”, porque em caso de reincidência, será conduzida à Cadeia de São Vicente para cumprir pena de prisão a que foi condenada.

 

  1. Pelo menos esse li já dá cara, tem tcheu casos violência ainda. Amdjer e Home ca devê batê na companher.

  2. Casal Garcia

    “Homem que é Homem não bate em Mulher”, eheheheh,palhaçaaaada!

  3. Danny

    Mudjer ké mudjer ka ta dadji na HOMI!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  4. jusantos

    hahaha tb menina ta ser si neta ,é nisso qui dá ques homes pes mostra ma es ta podedo es ta ranja menininhas ora qui difernça de idade começa ta tem efeito é pau nels hahahaha e viagra na boca

  5. Celestino Correia

    Mudjer ké Mudjer ka ta dadji na omi!

  6. Luis Geronimo

    O juíz devia aplicar uma coima a mulher.. e obrigá-la a indemnizar o queixoso.

  7. mim Sv

    Ess é pa calá boca a ques palhaç, ignornts, que surgi k ess trist ieia de que homi ki é himi ka ta bate em mulher. tema maxiasta e discriminatória..ninguem deve bate em ninguem. como se amdjer tamb k te baté na home. parvos e merda.

  8. José Manuel de Jesus

    Isso não é meu mas ouvi de quem levou: :

    “Mais vale levar porrada do que ser corno”

    O pior é que ele era uma coisa e outra..

  9. Grishnack

    Mas que porcaria de homem é esse? Home q home ta levá e fcá calód, e amdjer tambê, e não bá fazê quexa na pliça. Que mau exemplo pá! Desse manera li,cadeia ti ta bá intchi!!!!

  10. Queixar de mulher é sinal de força…Em vez de fazer parte de lista de agressores em VBG…Melhor levar uma bafatada e esfriar a cara com a água enquanto chama a policia de que bater numa mulher…hahahaahaha

  11. Ivaldino

    Verdade é só um nimguem ca tem direito na dadji na ninguem…du resto é para npia djéu…

Os comentários estão fechados.

Publicidades
© 2012 - 2018: Notícias do Norte | Todos os direitos reservados.