CMSV e Centro de Desenvolvimento Social apoiam carenciados na compra de remédios

14/03/2014 07:39 - Modificado em 14/03/2014 09:02

remediosGabinete de Solidariedade e promoção social da Câmara de São Vicente e Centro de Desenvolvimento Social de São Vicente apoiam carenciados na área da saúde.

 

De acordo com a vereadora, a Câmara Municipal de São Vicente “com o agravar-se dos problemas sociais, registou um aumento considerável de carenciados que procuram os serviços de apoio da Câmara. Só em 2013 entre diversos pedidos de apoio chegados à instituição, a mesma conseguiu responder a 22 casos mais urgentes e a tendência é que vai aumentar ainda mais o número de pedidos devido à crise”.

Segundo a vereadora Lídia Lima, “a Câmara tem um encargo bastante grande a nível social. Pontualmente, conforme a disponibilidade financeira, temos vindo a ajudar precisamente na área mais sensível que é a saúde. Os serviços têm atendido a vários pedidos de apoio, nomeadamente na área da saúde, desde a compra de medicamentos, de lentes, realização de análises clínicas e taxas de operações”.

Quanto à compra de medicamentos, os pagamentos são feitos directamente às farmácias e ao hospital.

O Gabinete de Solidariedade e Promoção Social da Câmara Municipal recebe carenciados de todas as faixas etárias, mas a procura é feita essencialmente por mulheres à procura de medicamentos para os filhos e idosos.

 

Centro de Desenvolvimento Social

Segundo Francisca Neves, administradora do Centro de Desenvolvimento Social de São Vicente, “o centro de protecção social trabalha com o regime não contributivo que é assegurado pelo Centro Nacional das Pensões”. Os carenciados estão divididos em dois grupos.

Os carenciados pensionistas que são contemplados com uma pensão social incluindo assistência médica e medicamentosa. Todos os pensionistas têm uma declaração que os credencia a receber medicamentos na farmácia do Estado, indicada para apoiar carenciados. No caso de doentes crónicos, se não houver algum medicamento na farmácia do Estado e esta comprovar a sua inexistência, estes beneficiam de mais um plafond no valor de 2500 escudos por ano para adquirirem os medicamentos numa das farmácias privadas.

Os carenciados não pensionistas também são apoiados. ”Existe muita procura e tentamos atender os casos através da mobilização de recursos locais, de propostas feitas à DGSS ,Direcção Geral de Solidariedade Social, mobilizando ajudas de outros parceiros e, assim, encaminhar os casos pontuais para serem resolvidos.

Existe uma rede de parceiros que trabalha no sentido de apoiar os carenciados, fornecendo-lhes declarações de abrangência e/ou atestados de pobreza.

  1. f

    Vou dizer-vos de facto que não acredito que a Câmara Municipal de S.Vicente esteja em concdições financeiras de apoiar seja o que for.

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