“Saharan Express 2014″: Militares simulam “caça” de barcos de pesca ilegal a sul de São Vicente

13/03/2014 01:42 - Modificado em 13/03/2014 01:43

Num cenário fictício de combate à pesca ilegal, não controlada e não regulamentada, equipas de abordagem específica dotadas de meios militares fizeram inspecção em duas embarcações suspeitas. Com o controlo da ponte dos navios mercantes e da sua tripulação, as equipas e um inspector, durante a abordagem, detectaram irregularidades que determinaram a escolta das embarcações para a reposição da legalidade.

 

 

 

Nos mares da zona sul da ilha de São Vicente, Cabo Verde, realizou-se o exercício militar “Saharan Express 2014”, com a presença dos navios-patrulha Guardião, Ferlo e as Fragatas Bartolomeu Dias e Portland e dois helicópteros. Por volta das seis horas de segunda-feira, 10, o navio-patrulha cabo-verdiano Guardião, a Fragata portuguesa Bartolomeu Dias e o navio Ferlo do Senegal deixaram o cais do Porto Grande do Mindelo para rumarem à zona Sul da ilha de São Vicente, uma das áreas de operação do exercício militar “Saharan Express 2014”.

 

Fiscalização

Chegando ao local de enquadramento da missão por volta das 7h30min, encontraram a Fragata Portland do Reino Unido que simulava ser um navio mercante. Na zona sul da ilha de São Vicente desencadearam-se duas operações distintas mas enquadradas no mesmo contexto. Os navios-patrulha Guardião e Ferlo fizeram uma abordagem às Fragatas Bartolomeu Dias e Portland que simbolizavam navios mercantes que estavam a navegar nas águas de Cabo Verde.

Segundo o Coordenador e avaliador das equipas de vistoria, o Tenente Dias dos Fuzileiros da Marinha Portuguesa, “houve uma coordenação através do MOC que está sob a alçada das autoridades cabo-verdianas que coordenam as operações que decorrem a sul da ilha de São Vicente. No primeiro dia verificaram-se os procedimentos e treinou-se tudo aquilo que envolve os momentos quando se dá uma directiva para desencadear uma acção até ao momento de execução e como colocar a informação retirada da mesma”.

 

Pesca ilegal

No âmbito da operação de combate à pesca ilegal, as equipas de abordagem procuraram controlar a documentação falsa de navios, falta de documentos, falta de meios de segurança, bem como uma pesca que não respeita as normas estipuladas, seja na espécie ou na quantidade que se deve pescar.

“Ao Bartolomeu Dias chegou uma equipa de abordagem do Guardião e ainda um inspector que, com as suas capacidades para fiscalizar na área da pesca, tinha o objectivo de desenvolver as suas competências de fiscalização. No final da missão, constatou-se que o navio mercante apresentava várias irregularidades que foram descobertas pelo elemento da vistoria. Estas foram reportadas ao Guardião que, por sua vez, enviou-as ao Centro de Coordenação da Operação” sublinha o Tenente Dias.

 

Escolta

Em situações dessa natureza, por haver ilegalidades na embarcação, as autoridades competentes tiveram de agir de acordo com a lei. O Centro de Coordenação da Operação solicitou o encaminhamento do navio ao Porto do Mindelo sob escolta do Guardião, para a regularização da situação e, havendo consequência legal, de forma a fazer-se justiça perante as ilegalidades detectadas no navio mercante. Nos dias seguintes, fizeram uma abordagem de controlo ao narcotráfico e ao tráfico de armas.

 

  1. Titito-S. Pedro

    Tchá de esparatte! Pior coza ke tta tem na Cabu Verde, é kés acorrdo de pesca ma xinés, cubano, coreano e russo, ke tittta cabá ke NÓS MAR!!! resto é lenga lenga!!! Caso pa dzé pior ke pesca ilegal só mesmo pesca legalizde pa Estado de CABO VERDE.

  2. ui

    TItio S. Pedro, talvez bo deve ser um dakes e ke te pesca ilegal e kre tud pa bo sem pafga nada. Ke deve ser assim. Bo ke te dze txá de disparate. Um tava gostá des pega algum navio de pesca de bossa e ke bo tivesse ilegal pe bo pode “paga” algum kosa”. Acordos e ne Militares e ke te fazez. Ê Governo. E Governo e nos tud e ke te pos lá. NOS TUD BO INCLUIDO. por isso txa ots faze ses traboi

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