Caso António Jorge Delgado: Silvino da Luz e advogados analisam despacho de arquivamento

7/03/2014 18:50 - Modificado em 7/03/2014 19:04

O 1º Juízo Crime da Comarca de São Vicente emitiu um despacho de não pronúncia ao processo-crime que acusava o deputado do MpD, António Jorge Delgado dos crimes de calúnia e denúncia falsa, por queixa-crime do diplomata Silvino da Luz. O Tribunal entendeu arquivar o caso, porque os factos apurados durante a ACP atestam dúvidas de que António Jorge Delgado cometeu os crimes.

O juiz assegura não ter encontrado fundamentos para imputar responsabilidade criminal ao deputado do MpD e sujeita-lo ao julgamento. Em causa estava uma alegada denúncia do deputado de que o diplomata Silvino da Luz, se fazia acompanhar de uma comitiva angolana, que chegaria a ilha de São Vicente num avião carregado de dinheiro e droga.

António Jorge Delgado, que viu a decisão judicial sair a seu favor negou ter envolvido Silvino da Luz no caso. A advogada, Janine Lélis, integrante da defesa de António Jorge Delgado não quis pronunciar sobre a decisão do Tribunal, apenas afirmou que “a justiça foi realizada”.

Por seu lado, a causídica, Maria João Novais, assistente do diplomata Silvino da Luz assegurou que o despacho do juiz será analisado, bem como as alegações e depoimentos produzidos para depois haver uma decisão. Questionada se irão recorrer, a advogada sublinha que “ponderamos todas as hipóteses, e o recurso é uma delas”.

 

  1. francisco

    Fora esse malvados e perversos do paicv, viva DR Ulisses Correia e Silva

  2. Carlos Gomes

    Lindo país da maravilhas.

Os comentários estão fechados.

Publicidades
© 2012 - 2018: Notícias do Norte | Todos os direitos reservados.