Moradores ficaram desalojados e sem nada

6/03/2014 00:20 - Modificado em 6/03/2014 00:20

bombeirosUm grupo de cidadãos que reside na cidade de Espargos, na ilha do Sal, viu um incêndio deflagrar na residência onde vivia. A causa das chamas está relacionada com um curto-circuito. Dessa forma, o fogo acabou por consumir todos os bens e agora, as famílias encontram-se desalojadas e dizem esperar pelo apoio dos amigos e da população.

 

Na manhã de quarta-feira, 5, por volta das onze horas, dois cidadãos da Guiné e quatro do Senegal viveram momentos de angústia ao verem um incêndio consumir num ápice todo o recheio da habitação onde viviam. A viverem em situação de penúria e de desalojamento pedem o apoio dos conterrâneos e da população da ilha do Sal para poderem iniciar uma nova vida.

 

Dos cidadãos, apenas um conseguiu recuperar uma bolsa com alguns pertences, isto porque quando tentaram entrar nos outros compartimentos da residência depararam-se com uma “bola de fogo” que os fez sair para o exterior. Accionaram os Bombeiros e a Polícia Nacional e saíram à rua a gritar por socorro surgindo alguns vizinhos e um autotanque que auxiliaram na extinção das chamas. O Comando da Protecção Civil do Sal enviou um autotanque para o local que ajudou na extinção do fogo.

  1. Salense

    Como é possível que a protecção civil, tarde 40 minutos para chegar ao fogo, quando estão a 200 metros da casa?

    isso é uma falta de respeito para com a população municipal camara.

    Claro, se a casa era um do grupo do governo, não tinha acontecido.

  2. Silvério Marques

    Nesta casa moravam 6 pessoas, sendo dois guineenses e quatro senegaleses. Aqui está a prova da forma como vivem em Cabo Verde estes cidadãos da africanos. O nosso país não tem condições para receber emigrantes.
    A questão dos bombeiros é uma questão de meios. A Câmara tem dinheiro para equipar devidamente um corpo de bombeiros. Quanto é que cada cidadão paga para ter um serviço de protecção civil. Estes são os verdadeiros e reais problemas do nosso país. Os impostos que pagamos já são muito

  3. assim

    Temos de ser mais exigentes com a maneira de estar,viver, seis,sete ,oito,nove,dez …..pessoas dentro de uma casa maioria das vezes sem casa da banho, cozinhando no mesmo espacio. Não podemos aceitar ,assistir diariamente esta gente tomando banho na rua ,fazendo necessidade nos nossos polivalentes. Duvido que a causa seja curto circuito??? sera vela ou panela no lume dentro do quarto. Nada me surpreenda ja assisti tanta coisa como esta gente vive …e ninguem diz nada???

  4. Miguel Rodrigues

    Criolos e melhor termos cuidado com as palavras que incitam racismos e discriminacao. Pensem bem. Eu sou contra a entrada desenfreada da malta dos paises vizinhos mas a culpa nao e deles mas sim do nosso governo. Nao esquecamos que de certeza absoluta que em Cabo Verde nao existe uma familia que nao tenha um membro na emigracao. Portanto meus caros como criolo emigrante vos digo, nos tambem somos madjacos ca for a. Todos nos sem excepcao.

    Um abraco e se e quando possivel pensem bem as palavras

  5. chateado

    cabei de ver no noticiario da noite e estou envergonhado que a explicação vereador da protecção civil dado sobre este assunto.

    Parece que vereador acha que a população da ilha são estúpidos.

    40 minutos para chegar, e diz que ele era problemas de som na chamada

    Brincadeira!

  6. ilha do Sal em chama

    para quando um serviço de Bombeiros nas condições ilha de sal?

    tem que gastar algum infortúnio em qualquer hotel, para o presidente da câmara de fazer alguma coisa?

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