Ordem pública: Arma de um agente da PN desaparece durante um distúrbio no Banco de Urgência

6/03/2014 00:01 - Modificado em 5/03/2014 23:36

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O caso ocorreu na noite de sábado, 1 Março, na sequência de um distúrbio provocado por um cidadão no Banco de Urgência do Hospital Baptista Sousa, na ilha de São Vicente. O agente da Polícia Nacional, destacado para serviço no BU procurou manter a ordem, quando o individuo e alguns familiares tentaram impedir a actuação do agente. A situação provocou um tumulto que culminou no extravio da arma de serviço do agente da PN, uma pistola Walther, 7.65.

 

O NN apurou que um homem chegou ao hospital acompanhado da mãe, cujo estado de saúde necessitava de tratamento médico. Porém o indivíduo estava a sangrar, uma vez que sofreu uma agressão. Devido ao sangramento, o sujeito foi accionado pelos serviços de saúde, que com base nas leis de atendimento, este tinha prioridade. Mas o homem defendeu que a sua mãe é que deveria ser atendida em primeiro lugar.

 

Tumulto

O agente da Polícia Nacional que presta serviço no HBS foi chamado a intervir e advertiu o cidadão. “Este não teve bom comportamento perante o agente de autoridade e este repreendeu-o pela sua conduta. Foi então que alguns familiares, que acompanharam-no entraram em cena para interferir no trabalho do agente da PN. Protestaram ao ponto de provocarem um tumulto que tomou outras proporções”.

No interior do Banco de Urgência, o agente da PN viu-se rodeado pelos cidadãos e quando mantinha a ordem no local apercebeu que a sua arma de serviço tinha desaparecido. As Unidades do Comando da Polícia Nacional foram accionadas para prestar apoio e pôr fim ao tumulto.

 

Desaparecimento

Este online soube que os indícios apontam que “alguém aproveitou da situação para roubar a arma que o agente tinha na sua coldre junto ao corpo. Isto porque não havia condições ou movimentos do agente que fizessem com que a arma caísse ao chão. Dado a flexibilidade da segurança no coldre, o roubo da arma poder-se-ia ser feito sem que o agente policial tivesse visto, uma vez que estava a conter os ânimos”.

A Polícia Nacional passou “pente fino” no Banco de Urgência, porém durante as revistas, a arma não foi recuperada. O caso continua sob alçada da PN que tem em curso uma investigação para saber como ocorreu o extravio da arma, bem como fazer com que a pistola seja recuperada e que os factos sejam esclarecidos para aplicação das medidas previstas na lei.

 

  1. Emanuel

    Mensagem confusa

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