Suicídio: Toda a ameaça deve ser encarada como verdade

26/02/2014 07:33 - Modificado em 26/02/2014 08:03

Na ilha de São Vicente, em comparação com o ano anterior, o início de 2014 fica marcado pelo registo de quatro suicídios. No espaço de cerca de dois meses, quatro cidadãos cujos indícios apontaram que sofriam de problemas de depressão, puseram termo à própria vida. O sociólogo Armindo Tavares sublinha que todas as pessoas devem estar atentas para que situações que propiciem o suicídio sejam evitadas.

O sociólogo Armindo Tavares sublinhou que o suicídio está entre as primeiras causas de morte em Cabo Verde. E que a família e a sociedade devem exercer um papel importante na prevenção dessa problemática. Pelo que todos devem estar alertas e atentos aos comportamentos humanos que potenciam a prática de um suicídio. E ainda, que as pessoas não devem ignorar um aviso de quem afirma ter intenções de pôr termo à própria vida.

As declarações do sociólogo foram proferidas em Setembro de 2013, durante uma homenagem ao agente prisional Amilton Centeio que há dois anos pôs termo à própria vida com recurso à sua arma de serviço. Armindo Tavares abordou a problemática do suicídio e as formas de prevenção.

Nos casos de suicídio registados na ilha de São Vicente no início de 2014, na zona de Salamansinha, Ribeirinha, um homem atou uma corda ao pescoço e amarrou-a a uma árvore para pôr termo à sua vida. Em Pedra Rolada, um condutor da padaria Francesa suicidou-se com golpes de faca no corpo e no pescoço.

Na zona de Areia Branca, bairro da Ribeirinha , um homem de 34 anos que tinha ameaçado suicidar-se, faleceu ao amarrar uma corda numa viga de uma porta atando-a ao pescoço. E na sexta-feira, 21, em Chã D´Alecrim, um indivíduo de nome José “Zé” Lopes suicidou-se recorrendo a uma arma de fogo.

 

  1. Renegado

    Pá começa és vicio qe un grand

  2. Renegado

    Pé começa és mania qe tcheu são vicentine tem de goza e otcha és goze normal já tira até faze part dum costume qe um tem observod desde qe mi e menin.el e dum ignorância sem medida

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