Não há penalizações

24/02/2014 00:04 - Modificado em 23/02/2014 23:26
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armaMinistra sublinha que as pessoas devem colaborar com a campanha e que quaisquer dúvidas serão esclarecidas, pois tem conhecimento dos receios dos cidadãos. A entrega da arma não corresponde a nenhuma penalização por posse de arma ilegal. Esta é a oportunidade para quem tem uma arma de fogo ilegal entregá-la ou também tentar regularizá-la.

 

Marisa Morais afirma que dadas as questões de relacionamento interpessoal que existem na sociedade cabo-verdiana: “com uma arma em casa, isso torna-se uma fonte de perigo. Temos assistido a discussões entre familiares, casais, amigos ou vizinhos, onde a arma branca ou de fogo acaba por ser utilizada no momento de menor senso e muitas vezes as consequências são fatais”.

Por outro lado, a governante sublinha que não se pode esquecer que numa casa onde há crianças, a presença das armas é sempre um factor de perigo. Por isso, apela às pessoas para que, no prazo de seis meses, façam a entrega voluntária das armas nas Esquadras da Polícia Nacional. A campanha está incluída na fase de implementação da nova lei de armas. Mas conclui dizendo que finda a campanha, a lei vai ser cumprida e que agora foram deliberadas penalizações mais severas para a posse ilegal de armas.

No mês de Janeiro, o Governo lançou uma campanha de entrega voluntária de armas, como medida para enfrentar um dos principais constrangimentos no combate ao crime organizado em Cabo Verde. Mas sabe-se que há cidadãos que não estão dispostos a dar a própria arma de protecção de mão beijada ao Estado, quando ainda existem dificuldades para garantir a segurança dos cabo-verdianos. E por sua vez, quem pende para o lado do crime, não pretende cair na toca do lobo para sofrer as consequências.

O Ministério da Administração Interna pretende, com essa acção que tem a duração de seis meses, combater os actos de criminalidade no país e garantir a segurança dos cabo-verdianos. A Ministra da Administração Interna, Marisa Morais, sublinha que como fruto das frequentes operações policiais “todos os dias” são apreendidas dezenas de armas ilegais no país que são depois destruídas.

 

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