Retrete pública nasce nas imediações da Esquadra Policial de Fonte Inês

22/06/2012 01:56 - Modificado em 22/06/2012 02:12
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Os moradores de Fonte Inês estão a sofrer o efeito da transformação de um terreno abandonado ao lado do Posto Policial numa retrete pública. Por ora a preocupação dos residentes prende-se com as crianças que entram nesse terreno para fazer as suas necessidades fisiológicas. Porém não se entende o facto de as autoridades virarem a cara a este problema na medida que existe uma esquadra policial a poucos metros do espaço. Mas se os cidadãos não podem se queixar e Policia também tem razões de queixa … estamos entregues “ á bicharada”

 

Os cidadãos que residem nas traseiras da Esquadra Policial de Fonte Inês estão descontentes com a atitude de alguns indivíduos que transformaram um terreno nessa área numa casa de banho e num depósito de lixo. A situação retirou o sossego dos residentes que tiveram que fechar portas e janelas para fugirem do cheiro nauseabundo e dos mosquitos.

Mas a história muda de figura quando se constata que a poucos metros desse terreno existe uma esquadra policial. O cheiro nauseabundo invade o interior dessa unidade policial, porém as autoridades nada fazem para coagir os infractores, bem como adoptar medidas contra o proprietário do espaço que abandonou o local a mercê das pessoas.

Segundo um morador “o abandono do terreno fez com que alguns indivíduos passassem a fazer as suas necessidades fisiológicas ao redor das acácias. Por outro lado há quem encontre um local ideal para depositar o seu lixo. Desta forma o mau cheiro tem infiltrado nas nossas casas e a solução passa por usar aromatizantes para perfumar as nossas residências”.

Para os residentes a atitude dos indivíduos em transformar o espaço numa retrete pública contribui para alastrar doenças infecciosas na comunidade. De modo que a situação constituiu um risco para a saúde dos moradores. E nem a policia podem se queixar, porque esta também tem razões de queixa.

Por outro lado afirmam que “o mau comportamento de alguns sujeitos na nossa zona têm influenciado a postura de algumas crianças. Porque constatamos que há miúdos a entrarem no terreno para fazerem as suas necessidades fisiológicas”.

O NN apurou que o espaço pertencia a família Matos, mas foi adquirido por uma entidade privada que não se preocupou em murar as paredes.

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