comemora o dia mundial do doente

11/02/2014 08:08 - Modificado em 11/02/2014 16:38
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hospital_batista_de_sousaO Dia Mundial do Doente é celebrado anualmente a 11 de Fevereiro. Em Cabo Verde, é comemorado mediante celebração de missas e de acções que visam sensibilizar a sociedade civil para a necessidade de apoiar e ajudar todas as pessoas doentes.

 

Segundo Sandra Vasconcelos, directora do Hospital Baptista de Sousa: Ninguém gosta de estar internado como doente. É uma situação patológica que se deseja transitória para que, a curto prazo, o doente seja devolvido para o seu ambiente, para o seu seio familiar. Mas isso só pode acontecer quando há colaboração entre os profissionais, as famílias do doente, o próprio doente e a sociedade, afim de restabelecer a saúde no mais breve tempo possível.

 

Questionada sobre as actividades comemorativas para este dia, a mesma afirma que: O dia mundial do doente, sendo uma data cristã e muito importante, merece uma atenção especial. Os doentes vão ter a oportunidade de participarem numa celebração eucarística oficiada numa das enfermarias de forma a facilitar-lhes a deslocação para a missa.

 

Os membros do conselho dos médicos deslocar-se-ão à cabeceira de cada um dos doentes para levarem uma mensagem de conforto, para mostrarem que estão cientes das suas fragilidades e que o hospital está a trabalhar para lhes restituir a saúde. Tendo em conta a situação mais sensível da Pediatria por se tratar de crianças, haverá música e lanche convívio para alegrar o máximo possível os doentes.

 

Questionada sobre a carta dos direitos e dos deveres dos doentes que consagra os direitos e os deveres dos utentes da saúde, publicada a 11 de Fevereiro de 2012 na Cidade da Praia, a directora afirma que o documento constitui uma resposta à necessidade de consagrar os direitos dos doentes cabo-verdianos bem como as obrigações dos técnicos de saúde e dos próprios utentes na sua relação com as estruturas de saúde em todo o país.

 

O hospital tem feito a devida divulgação no seio dos utentes, mas isso é um caminho a percorrer e que só irá ter o seu impacte daqui a uns tempos.

 

Os utentes têm conhecimento da existência da carta dos direitos e dos deveres dos doentes, porque está afixado em locais visíveis dentro do hospital, mas ainda existe uma certa dificuldade em termos culturais para que o próprio doente esteja consciente dos seus direitos e deveres.

 

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