Homicídio na Ribeirinha: Amarante vai explicar a razão pela qual matou Sandra

31/01/2014 07:33 - Modificado em 31/01/2014 07:33

residencia onde Amarante matou SandraO Ministério Público deduziu a acusação contra o cidadão Amarante Neves que matou a ex-companheira na zona de Fundo Toneca, bairro da Ribeirinha, ilha de São Vicente. O indivíduo que estrangulou a vítima, está indiciado da prática de um crime de homicídio agravado. Amarante que cumpre prisão preventiva na Cadeia de São Vicente, terá de explicar ao Tribunal a razão pela qual assassinou a ex-companheira.

 

O processo de instrução do caso da cidadã Sandra dos Santos de 26 anos, assassinada pelo ex-companheiro em Fundo Toneca foi concluído pelo Ministério Público. O processo-crime foi entregue ao Juízo Crime da Comarca de São Vicente que se encontra a ultimar os preparativos para a realização da audiência de julgamento.

 

Homicídio

 

O arguido do processo vai ser confrontado pelo juiz acerca das circunstâncias que o levaram a assassinar a ex-companheira em Agosto de 2013. Recorde-se que o caso aconteceu no dia 21 de Agosto e que Amarante alegou às autoridades que a companheira tinha desmaiado depois de terem mantido relações sexuais e que esta não apresentava sinais de vida.

 

Mas com a realização de uma investigação criminal, a PJ veio apurar que o ex-casal teve um desentendimento e que Amarante agrediu Sandra no rosto, no pescoço e depois estrangulou-a. Sandra encontrou a morte quando o seu propósito era o de romper uma relação para iniciar uma nova fase da sua vida, pois vinha sendo vítima de violência doméstica.

 

Histórico criminal

 

Amarante Neves é tido pelas autoridades como uma pessoa com “temperamento agressivo e instinto para a violência”, uma vez que já foi condenado pelo crime de ofensas corporais e ainda tem vários processos-crime pela prática de agressões com arma branca e ameaça de morte.

 

Resta agora esperar pelo julgamento para se apurar o móbil deste crime censurado pela sociedade são-vicentina na altura dos factos. De realçar que o acusado incorre numa pena de prisão de 15 a 25 anos se o Tribunal der como provados os factos que lhe imputam a prática de um crime de homicídio agravado.

 

  1. voz da sociedade

    É pena máxima! Ñ há q condoer desse “aborto social”. 25 anos a ver o sol a nascer aos quadradinhos! Mas, mais: a justiça tem q ser revista, pois, na minha humilde opinião, os presos ñ deviam ficar sem fazer nada nas cadeias. Deviam madrugar-se na limpeza das ruas, das praias, dos diques… de modo a q contribuíssem minimamte a fvr de quem os dá água para beberem, luz e comida para se alimentarem. Doutra forma, fica a sensação q estão fazendo turismo à custa do contribuinte q fica duplamte lerpado

Os comentários estão fechados.

Publicidades
© 2012 - 2018: Notícias do Norte | Todos os direitos reservados.