Governo excluiu a construção de um cais de pesca

28/01/2014 08:39 - Modificado em 28/01/2014 08:39

pescadores da Ponta do SolNa Ponta do Sol, ilha de Santo Antão, o desemprego tem rosto. Um rosto de sofrimento. E, muitas vezes, de desespero. Na Ponta do Sol, o sustento de várias famílias depende do mar. As autoridades marítimas continuam a colocar obstáculos no caminho dos pescadores, dificultando-lhes a vida. E agora a Ministra das Infra-estruturas veio avisar que o Governo não vai construir um cais de pesca nessa cidade devido aos custos.

 

Questionada pelo deputado MPD, Arlindo Rosário, eleito pelo círculo de ilha de Santo Antão sobre a reivindicação dos pescadores quem pedem a construção de um cais de pesca, a ministra Sara Lopes afirmou que “a construção de uma nova infra-estrutura seria muito cara, devendo ser definida as intervenções mínimas necessárias para servir de apoio à pesca artesanal em condições”.

 

Reivindicações

Os pescadores da cidade da Ponta do Sol, concelho da Ribeira Grande, ilha de Santo Antão, clamam há vários anos pela reconstrução do quebra-mar de “Boca de Pistola”. Para a classe, a reestruturação dessa infra-estrutura marítima e a construção de um cais de pesca representam uma aspiração para resolver os problemas que enfrentam no sector das pescas.

De acordo com os pescadores, a falta de um quebra-mar com melhores condições de segurança tem condicionado a actividade pesqueira na localidade da Ponta do Sol. É que a fenda existente nessa infra-estrutura afecta a comunidade piscatória que, devido às condições adversas do mar, enfrenta dificuldades para arrastar as próprias embarcações para o mar ou para colocá-las em terra.

 

Dificuldades

Os pescadores asseguram que “há vários anos que reivindicamos a requalificação do quebra-mar e a dragagem da baía. Isto porque com o mar revolto corremos perigo de vida, já que o quebra-mar existente apresenta falhas e não nos dá garantia de segurança. A verdade é que já batemos em várias portas para ver esse projecto em execução. Mas até esta data, ninguém de direito tomou qualquer medida para resolver a nossa situação”.

Mas enquanto não surge uma luz no horizonte do oceano de problemas, os pescadores afirmam não terem outra solução senão “porem a própria vida em risco, todos os dias com a ida ao mar em busca de um sustento para as famílias. Porque o mar dá o que a terra nega, na medida que na pesca, consegue-se desenrascar melhor do que em terra sem trabalho”.

  1. maria

    enquant es xines… dfca li dleva nos pescad dlimpa nos mar pov dfca li dmama n ded . qem da permissao p es acto li devia pensa n consequencias es dleva tut ene mistid es bem dze ke e pescod so uke ek dne controt ke mintira .ivent no kria nos comercio dpescod e exporta no dfca mas rindid e sem prejuis es dfaze es pouca vergonha li controt ma es chines… sno tfaze nos comercio no ta da nos pov mas traboi e mens dzempreg ;katem dnher p isda nos terra ma ten dnher p reality show,campanhe ETC

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