Dia do Município: São Vicente precisa ser … Vencedor

23/01/2014 07:40 - Modificado em 23/01/2014 07:40

O dia do município de São Vicente teve como pano de fundo os problemas económicos e sociais que afectam a ilha.O acto central decorreu nos Paços do Concelho. O acto foi presidido pelo Presidente da Republica, Jorge Carlos Fonseca, e também teve a presença dos presidentes das Câmaras de Tarrafal de São Nicolau, Boavista e Ribeira Grade, os eleitos municipais e figuras da sociedade mindelense.

 

A ilha de São Vicente, o seu percurso e os desafios do presente e do futuro estiveram em destaque nos discursos dos intervenientes, que foram o Presidente da República, a Presidente da Assembleia Municipal, Maria Celeste Fonseca, e o Presidente da CMSV, Augusto Neves.

Ainda foi assinado um protocolo de cooperação entre os municípios de São Vicente e de Tarrafal de São Nicolau

 

 

 

  1. Carlos Ferreira

    isto é puramente bla-bla-bla. Já bati varias vezes à porta da Camara e da AM. Varias vezes abordando o problema dos cães vadios por toda a cidade e em especial na periferia onde moro mas tenho impressão que sou tratado como um individuo que vem doutro planeta. Devo dizer que na altura da campanha fui atendido como um cidadão que merecia todo o respeito e cujo problema iria ser resolvido o mais depressa possivel. Passado a campanha eleitoral, os votos e os jobs garantidos sou atendido como um incomodativo, como um inimigo dos cães vadios, o que nao sou, pelo contrario um grande amigo e defensor do bem-estar dos animais.
    Contudo é inaceitável que uma cidade que quer ser um destino turístico seja um paraíso para cães vadios com todas as suas consequências nefastas.
    Apesar de tudo, como um cidadão consciente dos meus deveres, direitos e obrigações continuo exigindo que seja posto termo a este problema que assola toda esta Ilha.
    Espero que esta situação de que ” enquanto os cães ladrem a Camara (caravana) passa ” nao perdure até as novas eleições.
    Saudades das Câmaras de antanho quando os seus servidores nao eram politicos remunerados, tinham uma profissão honrosa, nao a de político, e tinham amor à Ilha.

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