A voz dos manifestantes: temos de lutar pelos nossos direitos

21/01/2014 00:16 - Modificado em 21/01/2014 00:16
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manifestaçãoArlinda Basílio, professora do EBI, afirma que “desde 91 que estou a trabalhar, nunca fui enquadrada, nunca tive nenhuma mudança”. Outra professora do EBI, Zenaida Filipe afirma, “tenho quase 20 anos de trabalho e desde a época nunca houve nenhuma mudança, estive cerca de 10 anos para ser colocada no quadro de Ministério da Educação, mas ainda esperei mais 8 anos para ser mudada de escalão. Zenaida acredita que a manifestação é muito boa porque “já está na hora de não ficarmos parados, nós temos de lutar pelos nossos direitos, principalmente na classe docente, temos sido vítimas de injustiças”.

 

Patrícia Ferreira é enfermeira e diz que está à espera para ser enquadrada há 15 anos. “Enfermeiros que entraram há pouco tempo já estão enquadrados. Para mim, estão a privilegiar alguns trabalhadores e a prejudicar outros”.

O jovem desempregada, Adelino Barros, fez questão de apoiar essa manifestação não só para ajudar a classe trabalhadora, mas também “para mostrar o descontentamento dos jovens face ao desemprego em Cabo Verde”.

Todos os entrevistados pelo NN, afirmam que se houver mais manifestações, estão dispostos a participarem com força.

 

 

 

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