Mindelenses aderem a manifestação: trabalhadores também são heróis

21/01/2014 00:22 - Modificado em 21/01/2014 00:28

A UNTC-CS convocou e os trabalhadores de São Vicente aderiram a manifestação contra a revisão do código laboral, o regime especial das micro e pequenas empresas, mas também de protestos para a reposição do poder de compra, a entrada em vigor do PCCS.

 

A marcha passou pelas principais artérias da cidade, Rua de Praia, Praça Estrela, Praça Nova e parou na Rua de Lisboa para intervenções da organização. O novo código laboral figurou entre as principais preocupações dos sindicalistas. Para Humberto Fortes, Presidente da União dos Sindicatos de São Vicente, o novo código , que o Governo pretende implementar não é uma questão de flexibilidade para criar mais empregos e investimentos. Mas têm como objectivo a “flexibilização para despedir trabalhadores, e digerir os direitos conquistados.

 

 

 

 

 

 

 

  1. Lila

    Fico feliz e muito motivada ao ver a quantidade de caboverdianos que ainda não estão apáticos diante dos atropelos à sua dignidade. Fico feliz por ver que afinal ainda há vida em nós, direito à indignação e manifestação dos ideais de respeito e cidadania. Estamos juntos!

  2. Jose carlos

    Fico feliz ao ver Povo na rua a manifestar livremente sem intervenção de autoridades
    Fico feliz por ver que afinal povo e livre para se manifestar gritar dar entrevista livremente sem recolha de dísticos ou cartaz por parte de policia.
    E bom viver num pais onde funciona a democracia em pleno. Estamos de parabéns.
    Proxima avaliação Cabo verde vai subir no índice da Democracia.

  3. Eduardo Oliveira

    Acredito que sejam sinceros na vossa SAIDA nesta “revolta de mãos para baixo” demonstrando que estão de saco cheio e que não suportam mais as injustiças flagrantes de gente sem escrupolos que foi nomeada para a defesa dos direitos do povo que o deixam morrer à mingua.
    Protestar (reclamar) é um direito inalienàvel e deve ser permanente se for coordenado e atempado mas, em vez disso, não pensa que nada se faz se não houver humildade e coesão. Todos querem o protagonismo.

  4. Eduardo Oliveira

    “Na casa onde não hà pão todos ralham e ninguém tem razão”. Ralhar, barafustar, exigir o seu direito — o r d e n a d a m e n t e — é um dever que muitos não compreendem ou, pior, não querem saber. Deram carta branca a “colarinhos brancos” que se unem num bloco confuso (direita-esquerda) repetindo, como em sabatina o sim-sim-sim para não haver zangas.
    Ao fim e ao cabo impera o arranjo que fizeram: – QONDE BO CABÂ BO DA-M’. Uns descem e os outros sobem.
    Jà ninguém quer isso !!!!

  5. UVID IMPE

    Bom frase”trabalhadores tb são herois”!!!Ainda bem k Caboverdeanos jà kmeça t ebri oi e oia k esse governo so tt xpia pa sexe elementos ou seja militantes e simpatizantes do PAICV e um t txa um ex:criação do subsidio de 75000$00 para os EX-COMBATENTES(100% PAICV) e com carater vitalicio ou seja enkuanto houver menores na familia desse larapios o ESTADO(POVO)t continua t subsidaxe…sô esse ano(2014) ê 40 mil contos na OGE…

  6. Rui delgado

    Nao percebo o “tambem” referindo que os trabalhadores sao herois……..
    Sim senhor nos os trabalhadores sempre fomos os herois que mantiveram esta
    terra livre e de pe. Se dependessemos dessa corja de autodenominados “herois”
    Estavamos tramados. Eles so teem sabido mamar,castigar,explorar,amedrontar e mentir
    ao nosso povo.Herois foram os bravos da Guine que estiveram sempre na linha da frente
    enquanto essa malta se divertia em Conacry, qual o caboverdeano que morreu em combate?

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