Boavista: apesar da redução das receitas 2013 foi um ano bom

15/01/2014 00:03 - Modificado em 14/01/2014 23:13

ilha-boavista-feriasO ano passado foi um ano bom em termos de arrecadação de receitas na Alfândega da Boavista. No Aeroporto Internacional Aristides Pereira, as receitas subiram com o aumento de 85 voos, enquanto que no Porto de Sal Rei em 2013, chegaram menos 11 barcos internacionais, comparativamente a 2012. Houve uma redução de 2 % mas, mesmo assim, é considerado um bom ano.

 

Na Boavista, os serviços aduaneiros sentiram as consequências da crise e a conjuntura económica internacional, com a estagnação do investimento e do ramo imobiliário.

 

Júlia Ramos, delegada da alfândega da Boavista, considera que 2013 foi um ano bom em termos de arrecadação de receitas, “houve uma redução insignificante neste cenário de recessão económica da crise internacional e, por acaso, tivemos uma boa receita”.

 

A delegada adiantou os dados à RCV, “em 2012 tivemos 49 barcos e agora tivemos 38, ou seja, houve uma redução de 11 barcos centrais. Isto, claro, é o reflexo da conjuntura actual na Boavista. Não houve nenhum investimento, o que já estava é que deu alguma coisa, não houve nenhum incremento por causa da crise internacional e da própria conjuntura nacional que não favorece neste momento. Na Boavista, o pessoal não tem investido”. Júlia Ramos explica a razão devida “tanto à crise internacional, quanto às condições da Boavista, pois temos o porto que não tem expectativas quanto à sua conclusão para investimento, temos a queda da ponte que trouxe descrédito quanto ao investimento da Boavista e, principalmente, no âmbito imobiliário e turístico, tal como a queda de investimento, não houve aquela importação para o consumidor do mercado interno”.

 

Em 2013 arrecadaram-se 643 mil contos, com uma redução de dois porcento em relação a 2012 mas, mesmo assim, foi considerado bom por causa da conjuntura nacional e internacional que teve sérios impactes na ilha da Boavista, para além da estagnação do investimento no ramo imobiliário.

  1. Oi na Melon!

    Dona Júlia, a Senhora devia se limitar a falar dos dados e não da causa dos mesmos, porque as razões devem ser deixadas para os politicos se expressarem e não para técnicos como a Senhora, embora esteja num cargo de direcção. A não ser que a Senhora tenha pretensões politicas. Nôs boca ca sta li.

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