PAICV: aproximar o partido das pessoas

12/01/2014 06:21 - Modificado em 12/01/2014 06:21

paicv campanhaA região política do PAICV em São Vicente reúne-se na sua 9º assembleia ordinária para o balanço do primeiro ano de gestão da direcção do partido na ilha. E o momento será também de apresentação dos relatórios de actividades e contas de gerência do ano em causa.

 

Como avança o coordenador do PAICV em São Vicente, Alcides Graça, será um momento para a apresentação do orçamento para o ano de 2014 e, para além disso, para apresentar o plano de actividades para o mesmo ano. Estes dois momentos são classificados por Graça como importantes para a estratégia do partido na ilha.

O primeiro ano, como explica Graça, foi para cuidar da organização interna do partido. E, criadas estas condições, a prioridade passa por “ir para o terreno e fazer a acção política de mobilização com vista dos principais embates para 2016”.

“Definimos como prioridades, criar as condições para que São Vicente possa ver no PAICV uma alternativa de governo autárquico credível para 2016; é neste sentido que estamos a trabalhar para criar todas as condições para renovar o mandato nas eleições legislativas de 2016”, sublinha Alcides Graça. Mas entre estes dois poderes, define a Câmara de São Vicente como a principal prioridade. Tarefa que prevê como difícil já que se trata de “desalojar um poder instalado”.

Mas a assembleia passará por delinear as acções do partido para se aproximar da população. “Constatamos um deficit de contacto entre a população e os órgãos do partido e somos frequentemente confrontados com a situação de que os partidos só aparecem em tempos de campanha”, afirma Alcides Graça e esperam estar em contacto com a sociedade “durante todo o ano”.

A assembleia do PAICV contará com a presença do líder do partido, José Maria Neves.

 

  1. Julio Goto

    … membros de partidos ,politicos de carreira e mais outras personalidades que dizem que S.Vicecente so saira a ganhar quando o partido do governo eitiver a fente da camara; estao todos no caminho errado e nao merecem ser representantes de nenhum povo.

  2. tens razao Julio Goto se o povo de Sao Vicente nao abrir os olhos este partido vai lhes enganare como vem fazendo todas as vezes quand aprocima o tempo das eleicoes enganam o povo ganham a eleicao e depois esquecem todas as promecas eles nunca mereceram governar Cabo Verde desde o tempo da ditadura que inplantaram depois da independencia de C.V o PAIGC/PAICV agora mais muita gente nao vai esquecer os massacres e as torturas que fizeram eles odeiam S,Vicente e S Antao e todo Barlavento

  3. fernando fortes

    Não é só o PAICV que tem abandonado S.Vicente.
    O mesmo aconteceu com os governos do MPD.
    Somos vitimas de um centralismo incompetente,que não é capaz de compreender que Cabo Verde deveria assumir um modelo de organização politica e administrativa adequa a sua realidade.Somos um arquipélago,com carateristicas próprias.Já o governo colonial, com toda a sua tibieza,tinha compreendido.
    A desculpa dos governos centralistas, desde do famoso Pedro Pires,passando pelo Veiga e chegando ao José Maria…

  4. fernando fortes

    (continuando)
    todos quiseram mais poder.Toda e qualquer reforma, foi sempre a fingir e no fim das contas,chegamos aos dias de hoje.País roto,economia doente e sem rumo.
    Porque não uma verdadeira reforma do estado.
    1º-Presidencialismo
    Levava a uma diminuição das despesas com a governação.
    2º-Parlamento com 2 câmaras-o dinheiro vinha do emagrecimento do governo central
    3º-Regionalização, seria financiado com a reforma do estado,incluindo uma profunda reforma fiscal.
    4º-Alguém é capaz de me ….

  5. fernando fortes

    (continuando)
    explicar,qual a razão de se criar tantas agências reguladoras.
    As competências saem dos ministérios mas estes continuam gordos.
    Será que tem diminuido a gordura nos ministérios…

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