Um problema que se eterniza

8/01/2014 00:05 - Modificado em 7/01/2014 22:44

abrigo cãesÉ comum depararmo-nos com cães a passearem pela cidade do Mindelo, dificultando a passagem de pessoas e do trânsito, pelo que muitos São-vicentinos estão descontentes com a situação. O principal perigo está nos animais violentos que atacam as pessoas que circulam na rua.

A quantidade de cachorros nas ruas com perigo de morderem as pessoas ou de serem atropelados, preocupa algumas pessoas. Mário diz que cada dono de um animal tem de cuidar dele: “os cães devem ser conduzidos em vias públicas com coleiras, mas os são-vicentinos deixam os cães sem coleiras. Existe um grande problema “se os cães atacarem alguém, os donos não conseguem impedir, porque estão sem coleira”.

 

Para Luísa Silva, os cães podem estar na rua mas acompanhados pelos donos: “todas as pessoas podem cuidar dos animais, mas desde que os tratem bem e não os abandonem. Mas a minha preocupação é com os cães violentos que atacam as pessoas e muitas vezes até mordem. As crianças, por exemplo, ficam traumatizadas”.

Ailine Monteiro é da mesma opinião de Luísa e acrescenta “a minha filha foi mordida por um cachorro no ano passado e, até hoje, com 9 anos fica traumatizada ao ver um cão. A mãe tem de a acompanhar à escola, porque “se a minha filha vir um cachorro começa logo a correr. Ela tem de ter a companhia de um adulto para se acalmar”.

Para Ronise Maocha, a culpa é dos donos: “os donos não cuidam bem dos animais e abandonam-nos na rua. Já aconteceram muitos acidentes provocados por animais, principalmente com crianças”.

Como diz o ditado “o cão é o melhor amigo do homem”, mas muitas vezes é completamente o oposto. Muitas pessoas querem um cão como animal de estimação, mas passado algum tempo, acham que dá muito trabalho e abandonam-no na rua.

  1. Djo

    “Ninguém” da camara municipal t mostra minimamente interessod. desd kes t fala n tra catchorr d rua d mindelo !!! n CV inter soncent ê ilha k tem mas catchor n rua. ê tanta incompetencia, que nos (e turistas tb) tem k partilha rua ma catchorr n cio, k cocera, pta pe n ses #+*% (ainda criol t dze ke sorte)… se camara tivesse interessod, ja ca tinha cotchorr n rua n mindelo

  2. Carlos Ferreira

    Já bati varias vezes à porta da Camara e da AM. Varias vezes abordando o problema dos cães vadios por toda a cidade e em especial na periferia onde moro mas tenho impressão que sou tratado como um individuo que vem doutro planeta. Devo dizer que na altura da campanha fui atendido como um cidadão que merecia todo o respeito e cujo problema iria ser resolvido o mais depressa possivel. Passado a campanha eleitoral, os votos e os jobs garantidos sou atendido como um incomodativo, como um inimigo dos cães vadios, o que nao sou, pelo contrario um grande amigo e defensor do bem-estar dos animais.
    Contudo é inaceitável que uma cidade que quer ser um destino turístico seja um paraíso para cães vadios com todas as suas consequências nefastas.
    Apesar de tudo, como um cidadão consciente dos meus deveres, direitos e obrigações continuo exigindo que seja posto termo a este problema que assola toda esta Ilha.
    Espero que esta situação de que ” enquanto os cães ladrem a Camara (caravana) passa ” nao perdure até as novas eleições.
    Saudades das Câmaras de antanho quando os seus servidores nao eram politicos remunerados, tinham uma profissão honrosa, nao a de político, e tinham amor à Ilha.

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