Alunos protestam através de exposição fotográfica contra degradação de edifícios escolares

19/12/2013 00:11 - Modificado em 18/12/2013 23:47

A praça em frente da Uni-CV, Liceu Velho, tornou-se num espaço de exposição. Estão expostas no local imagens de edifícios escolares degradados da ilha, com particular relevância do edifício da Uni-CV, como forma “original” de protestar e reivindicar direitos.

Esta iniciativa é a continuidade da luta dos estudantes da referida instituição, à procura de melhores condições de ensino. E também para que os estudantes possam despertar para a luta assim como a sociedade civil.

As fotografias são da autoria dos estudantes e retratam o estado de abandono do liceu velho.

 

 

 

  1. J. Furtado

    Nada de mais do que se passa no resto do país.

  2. Milene Silva

    BOA RAPAZES PRECISAMOS REVOLTAR NESSA TERRA ESTAMOS FARTOS DESSA CENTRALIZAÇÃO DOENTIA DESSE GOVERNO!! DIZEM E BEM, UNICV EM SV ESTA AO ABANDONO TOTAL COM ESSE VICE REITOR QUE NADA FAZ A NÃO SER PUBLICAR O SEU BLOGUE, ELE RECEBE UM SALARIO DE MAIS DE 200 CONTOS PARA TRABALHAR EM PROVEITO PROPRIO!!! Ñ HA DINHEIRO PARA FAZER OBRAS NO LICEU VELHO MAS ESSA EQUIPA REITORAL TEM DINHEIRO PARA VIAJAR A TODA HORA. ESTAMOS FARTOS DESSE VICE COVARDE!! AQUI NO DECM O PRESIDENTE TAMBEM É UM LAMBEBOTAS!!!

  3. Irene Fontes

    Parabéns, jovens !!!
    Não sois porcos para viver em chiqueiros.
    O futuro dessa ilha, e de Cabo Verde, depense da juventude
    Não podem aderir à maioria acomodada, silenciosa, dorminhoca,
    Protestar não so é constitucional como é um dever de todo o cidadão.

  4. Teixeira

    PArabéns pa Discentes de UNICV, mas um vez no te mostra que na cab verd nos é singular na protest e so nos é k tem coragem de reclama de gestão danosa de nos escola sem med de REPRESÁLIAS . Mut bnit uma imagem vale mais que mil palavras

  5. Eduardo Oliveira

    Hà uma palavra que é mal interpretada e que é sempre censurada: “levantar”.
    Mas vou outra vez tentar ver se passa, pedindo aos municipes do Mindelo para se levantarem, para se porem de pé e marchar – como o Capitão Ambrosio – para mostrar às autoridades que “calar nem sempre é consentir” e também para acordar a camada do povo que nada faz para os que sofrem calados.
    Precisamos de revoltar contra quem tem a obrigação de zelar pelo que temos e que tudo faz para o seu desaparecimento.

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