Classe média mindelense faz com tudo a que tem direito

19/12/2013 00:01 - Modificado em 18/12/2013 23:33

ceia natalO Natal bate à porta e uma das maiores preocupações está na preparação da ceia do Natal. As entrevistadas do NN são da classe média alta e a maioria ainda conserva a tradição da ceia do Natal, onde a reunião familiar ainda é um símbolo do Natal.

 

Francisca Évora, associa o bacalhau à ceia do Natal, “sempre fiz a minha ceia do Natal com os meus familiares e este ano, é claro que vou fazer. Reunimo-nos todos na noite de 24 de Dezembro em minha casa, depois vamos à missa e ainda no dia seguinte, almoçamos todos juntos”. Para a ceia em casa de Francisca Évora, não pode faltar o bacalhau com natas, feijão verde, pudim de leite e ainda o bolo do Natal, “são as comidas que os meus filhos pedem para a ceia, sem se esquecerem dos presentes, muito amor e amizade entre os familiares”.

Já para a docente universitária Margareth Lizardo, é sempre fora de casa, “preferimos jantar num restaurante, porque é um dia diferente e queremos algo de diferente”. Procuram mudar de restaurante todos os anos, mas “antes de sairmos de casa abrimos os presentes, depois da ceia, vamos a casa de alguns familiares dar as boas-festas e só depois regressamos a casa”. O cardápio é do gosto de cada pessoa da família.

Diferente de Margareth, Vânia Fonseca, é enfermeira e diz que comemorava a ceia antes de ser enfermeira “antigamente fazia a ceia com os meus pais, mas hoje em dia, não faço porque na maioria das vezes estou de serviço ou também o meu marido, que também é enfermeiro, está de serviço. Para Vânia, o dia 24 é igual a todos os dias, mas sempre compra algumas coisas para as pessoas que forem dar as boas-festas.

A ceia em família é sagrada para a família Ramos; essa tradição nunca pode acabar porque desde pequenos que ceamos todos em família. A advogada Lenilda Ramos, afirma que “cada ano vamos para um familiar diferente, ele faz tudo e nós só vamos cear e ficamos até à uma da manhã, altura em que cada um volta para a própria casa”. Para ela, o bolo do Natal não pode faltar, a comida é o que o dono da casa onde vai cear quiser servir.

Maria Rodrigues é a esposa do dono de um supermercado e diz que se não fizer a ceia não sente que é Natal “já me acostumei a fazer a ceia, acho que nunca vou conseguir, passar o Natal sem cear. O meu bolo de Natal também é sagrado, entre outros produtos que coloco em casa para quem for dar as boas-festas.

  1. Frank

    Consumismo leviano e bacoco. Como sempre a pequena
    burguesia desmiolada e sem perspectivas a imitar tudo o que vê em
    telenovelas. Bacalhau, ceia, bolo, é natal, é natal, Luís Morais a
    torturar tudo o que é ouvido tocando pela bilionésima vez os
    chorinhos brasileiros….. É o MÁXIMO! Como somos felizes! O resto
    que se lixe.

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