Orlando Delgado responsabiliza o Governo pela crise de transportes para Santo Antão

13/12/2013 00:03 - Modificado em 13/12/2013 00:08

orlando-delgado_presidente CMRGOrlando Delgado, presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande, e da Associação dos Municípios de Santo Antão alertou que o caos que se verifica na ligação marítima entre as ilha de Santo Antão e de São Vicente está a comprometer o desenvolvimento e contribuindo para agravar a situação económica dessa ilha.

 

O edil, em representação dos Municípios de Ribeira Grande, Paul e Porto Novo responsabiliza o Governo por este problema que afectam os cidadãos e operadores económicos que acumulam prejuízos. Orlando Delgado sublinha que há uma necessidade de se tomarem medidas “urgentes” para resolver o impasse e a crise de transporte para a ilha de Santo Antão.

O presidente da Associação dos Municípios de Santo Antão defende que em matéria de transportes marítimos, a ilha passa por um estado de “abandono”. Orlando Delgado afirma que “os três municípios estão indignados com a situação vivida na rota marítima entre as ilhas de Santo Antão e São Vicente, que voltou a ficar condicionada com a ausência dos navios, Vicente e Pentalina B que estão a assegurar as viagens entre as duas ilhas”.

O presidente da AMSA sublinha que o Governo tem culpa no cartório nessa crise de transportes marítimos que assola, a ligação entre São Vicente e Santo Antão. “A responsabilidade é do Governo que não consegue pôr ordem neste percurso, um de maior tráfego em Cabo Verde. Orlando Delgado defende a concessão da linha, com “regras claras” para os operadores.

Uma vez que que os armadores não estão a conseguir assegurar o transporte de passageiros, viaturas e mercadorias entre as ilhas de Santo Antão e São Vicente, o Governo deve lançar o concurso para a concessão desta linha, com um caderno de encargos para os operadores, propôs o presidente da Associação dos Municípios de Santo Antão.

Com a concessão da linha, os três Municípios entendem que o Governo estará em condições de tomar medidas quando acontecem situações que se verificam, neste momento, no percurso São Vicente e Santo Antão, onde os responsáveis pelos navios na linha não se sentem obrigados a garantir o transporte diário de pessoas, mercadorias e prestar outros serviços.

  1. Fonseca

    Com o devido respeito, o Sr. Presidente da AMSA e da CMRG devia chamar o Governo e os operadores económicos à fala, para em conjunto encontrarem a solução óptima para o “desencravamento” da Ilha de Santo Antão que, sem Aerodromo, tem o Porto Novo como o ponto de entrada e saída de pessoas e mercadorias. Antes de responsabilizar, devia ter memória da sua tentativa frustrada de há poucos anos de constituir uma sociedade armadora, com participação das CMs. Não se sabe no que deu!

  2. montanha

    Ness terra tudo a culpa è do governo. Hora d tud caboverdeano mete mon na traboi e no desenvolve nos terra. Sr presindent d camera la sabe estod sentod na cabinete t tma ar condicionado e passea na se todo terreno com condutor privado. Trabalha sr president

  3. Eusebio da Luz

    Aquem segura as viagens no Arquipelego dos Açores, Säo barcos da Republica de Malta, e porque näo em Cabo verde ??? Na Greçia a Centenas de barcos de passageiros e carros ai parados com vontade de Trabalhar.

  4. rural xitiado

    Bem falado Sr. Orlando Delgado. Oh Montanha ês um ignorante que não vê uma agulha na sua frente, quem te tira todos os meses impostos, juros e mais taxas ao final do mes? E para onde vai esse dinheiro? Nos os contribuintes estamos a engordar o governo, eles entram magros, feios, sem estilos, palavras correctas, e quando ja estão com um, dois meses de poder ja estão com o nariz empinados ate ao pescoço. O Governo é culpado por tudo isso não tenta e nem cria soluções para esse povo pobre.

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