Debate sobre o desfalque na CM da Ribeira Brava : Deputadosa ferro e fogo

6/12/2013 02:19 - Modificado em 6/12/2013 02:19

desvio de dinheiroOs deputados do PAICV e do MPD com assento na Assembleia Municipal da Ribeira Brava, São Nicolau, estão a discutir o relatório sobre o desfalque de mais de dez mil contos por parte da ex-contabilista da CMRB. A denúncia e os testemunhos de funcionários apontam que o esquema iniciou em 2009. Mas a edilidade defende que os desvios iniciaram no mandato anterior. O ex-edil Amílcar Lopes assegura que o presidente Américo Nascimento está a alijar as suas responsabilidades políticas, administrativas e eventualmente criminais.

A Assembleia Municipal da Ribeira Brava quer esclarecer o caso do desvio de dinheiro por parte de uma cidadã que exercia a função de contabilista. Crisólita Livramento foi suspensa no âmbito de um processo disciplinar e o Ministério Público foi accionado para averiguar a denúncia de que a ex-contabilista desviou mais de dez mil contos dos cofres da autarquia.

O relatório é da responsabilidade de uma comissão formada por três deputados municipais, António Santos e Carlos Andrade do PAICV e um do MPD, Estanislau Bento, não tendo este último assinado o documento. A decisão do deputado tem como base o facto dos deputados do PAICV defenderem que os desvios iniciaram na altura em que o MPD estava no poder, posição contrariada por Estanislau e restantes colegas de partido.

Mas no relatório estão transcritos vários depoimentos de funcionários municipais inquiridos pela comissão, alguns deles situando claramente o início do esquema: o último semestre de 2009, contrariando o argumento do edil, Américo Nascimento segundo o qual,o desfalque teria iniciado em 2006, ainda na vigência do mandato de Amílcar Spencer Lopes (MPD).

Os dois deputados municipais do PAICV apresentam como conclusão do relatório “fortes provas” de que o esquema iniciou em 2006, apesar dos inquiridos desmentirem nos seus depoimentos tais conclusões. Uma versão que não se coaduna com uma auditoria feita pela Inspecção-geral das Finanças à gestão de Spencer Lopes que revelou não haver qualquer irregularidade durante o período em que este dirigiu os interesses do município.

O líder de bancada do MPD, Benvindo Almeida inquiriu o edil Américo Nascimento sobre a sua posição de que os desfalques iniciaram em 2006: “se há provas concretas, onde é que elas estão?”. E ainda sublinhou que “no dia em que apresentarem essas provas estou do vosso lado”.

De realçar que a denúncia partiu do tesoureiro Lucelino Lima que foi afastado do cargo por decisão do edil. O caso foi entregue às instâncias judiciais e, por decisão do Tribunal da

  1. e, por decisão do tribunal da……

  2. Mário

    Cabo Verde é um país sem Justiça. Há um desvio de pelo menos vinte mil contos na Câmara Municipal da Ribeira Brava, há uma funcionária que confessa o crime, há sinais públicos de exibição de riqueza por parte dessa funcionária, há coniventes, receptadores e outros responsáveis morais identificados e, o Ministério, nada faz.
    Já tinha acontecido com a trapaça dos terrenos no Tarrafal de S. Nicolau e agora acontece nos Serviços Financeiros da Ribeira Brava. Mais uma vez a Justiça é omissa; não vê, não ouve, não fala.
    Anda-se por aí, de facto, a macaquear justiça, transparência e democracia. Uma autêntica República de Macacos ou das Bananas, como se quiser.

  3. sanicolense

    bla bla bla jam ta fort del trabodj dess tal crisolita tava dal pa tud ess luxo kes dze kel tem acho q nao se for provod kela desvia devera e so tmas vende tra dnher de povo ke da camara m.p.d, e , p.a.i.c.v tasta vontade parce um cosa ba ba sxcuti leviandade o minha gente ess ca e hora de lava ropa sujo kela ta panha e diaza manera ke possivel panha tont assim dnher pa cata tma fe camara tud ta tchora ma es ta tcha got totonha engorda na gemada na fund stancha ha ha ha grissivo

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