Depilação íntima integral: sim ou não?

24/11/2013 21:16 - Modificado em 24/11/2013 21:16
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viagensDepilar ou não integralmente a região púbica é um assunto mais sensível do que possa parecer à partida. Durante vários anos, vingou a ideia de que a total eliminação dos pelos púbicos seria estética e até sexualmente preferível.

 

Nem todas as vozes, sobretudo as dos especialistas, são a favor. Alguns médicos alertam para as possíveis complicações associadas à prática – afinal, os pelos púbicos podem agir como barreira contra infeções ginecológicas, sobretudo na região dos grandes lábios. Visões mais sociológicas falam também da influência dos filmes pornográficos na noção de estética íntima feminina (ou até de uma perturbante infantilização da mulher, associada à imagem dos orgãos genitais desprovidos de pelos).

 

Até as celebridades falam do assunto. Gwyneth Paltrow, convidada no programa de Ellen DeGeneres em setembro último, confessou adotar um “look muito anos 70 da cintura para baixo”.

 

Mas a ideia começa a perder terreno também entre os casais comuns, como parecem sugerir algumas sondagens citadas pelo jornal francês Le Parisien. No Reino Unido, o site UK Medix pôs a questão a 1870 britânicas: 51% admitiram não fazer a depilação dos pelos púbicos, enquanto 45% se confessavam cansadas da prática. Relativamente às preferências dos seus parceiros, 62% revelaram que estes gostavam de um “estilo mais natural.”

 

Em abril passado, a marca de produtos depilatórios Nads promoveu um inquérito junto de cerca de mil homens para conhecer os seus gostos em matéria de depilação íntima feminina: 43% disseram preferir ver as suas parceiras com uma depilação íntima em formato triangular; 17% gostavam do formato ‘bilhete de metro’ e apenas 12% admitiram preferir a depilação integral.

 

 

 

 

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