Morte na Itália: A mulher que abrigou Romina em sua casa esclarece os factos

21/11/2013 00:06 - Modificado em 21/11/2013 00:06

Romina SoaresMaria da Cruz, conhecida por “Kakuz”, residente em Veneza, Itália, a cidadã que abrigou em casa a jovem Romina Soares falecida em Junho de 2012, não esconde a intenção de processar os familiares que lhe atribuem culpas pela morte da vítima. Contactada pelo NN, Kakuz afirma que a autópsia revelou que Romina faleceu de morte natural. Pelo que, assegura, se a mãe desta “não se calar” e continuar a atribuir-lhe responsabilidades, “ela será processada”.

 

Maria da Cruz sublinha que “não quero saber mais dessa história”. Por aquilo que apurámos ocaso da morte da jovem que abrigou em sua casa causou-lhe vários transtornos. A cidadã assegura que “ajudou Romina, ambas oriundas da localidade de Espia, São Vicente, no momento em que esta mais precisava: a vítima encontrava-se sem emprego, visto de estadia e não tinha onde morar”.

O facto de Kakuz querer pôr um ponto final nesse processo é no sentido que “os familiares e amigos de Romina entendam que ela não teve culpa com a morte da jovem de 26 anos. Por razões alheias, Romina sofria de alguns problemas de saúde que ditaram o seu falecimento. Maria da Cruz lamenta a morte dessa cidadã que abrigou e de nada puder fazer pelo seu filho de sete anos que está sob a guarda da mãe de Romina”.

Maria da Cruz relembra que na véspera da morte de Romina Soares que até então cuidava do seu filho, a jovem pediu que fizessem “um prato típico de Cabo Verde, caldo de peixe, mas que à noite, queixava-se de dores de cabeça e foi deitar-se num sofá-cama. No dia seguinte, ao acordá-la notou que Romina não apresentava sinais vitais, por isso, chamou uma ambulância”.

Os paramédicos ainda tentaram reanimar a jovem, mas esta já se encontrava morta. Com as diligências, a Polícia Italiana encontrou medicamentos e análises médicas nos pertences da falecida. E com a realização da autópsia vieram a apurar que Romina Soares teve morte natural.

Mas a pergunta que se coloca é: porque é que a família de Romina ainda não teve acesso ao relatório com a causa da morte? Isto para dissipar todas as dúvidas que os familiares têm à volta do caso e acabar com a angústia que consome a sua mãe.

 

  1. NHELA DE CAELA

    Essa estória dess Kakuz, parece mal contode…

  2. NHON DE CAELAO

    Oh …. Nhela de Caela ;bô tâ pode , contà estoria melhor do que Kakuz ???

  3. joao.pt

    outra pergunta que se coloca: quais foram as diligências que os familiares da falecida fizeram para obter ess relatório, se é que fizeram ou pediram? pk falar é fácil e fazer já nao é. Até porque as autoridade nem precisavam de “impulso” dos familiares para agirem, se se tratasse de crime. Bando de ignorantes, ingénuos, leigos que nada mais sabem além da calunias.

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