Trabalhadores da fábrica de queijo vivem em situação de penúria

20/11/2013 00:11 - Modificado em 19/11/2013 23:09
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queijobranco2Os trabalhadores da fábrica de queijo do Porto Novo, Santo Antão, estão há cinco meses sem receberem o próprio salário. Sem verem a cor do dinheiro, os funcionários vieram a público pedir a intervenção do Governo, proprietário dessa unidade fabril. Os operários querem que o Governo apresente uma solução pois, com o passar dos dias, enfrentam várias dificuldades.

 

A fábrica de queijo do Porto Novo está encerrada desde o mês de Agosto e há cinco meses que os responsáveis da unidade fabril não arcam com as responsabilidades quanto ao pagamento dos salários aos cidadãos que compõem o colectivo de trabalhadores. Neste momento, os operários vivem à mercê da sua sorte e em situação de penúria.

Com o desespero a assombrar-lhes a vida, clamam por um sinal no fundo do túnel. Uma vez que, sem receber o ordenado, estes chefes de famílias “passam por sérias dificuldades financeiras, pois chegam a casa com as mãos a abanar. Não há dinheiro para sustentar a família e as dívidas estão-se a acumular dia após dia”.

Mas a vida dos funcionários parece que vai continuar a ser madrasta, enquanto não houver uma decisão do Governo sobre o futuro da fábrica de queijo do Porto Novo que há cinco anos se encontra mergulhada em dívidas.

Por agora, o silêncio do Governo intriga a própria gestão dessa unidade fabril que relembra que a ministra do Desenvolvimento Rural, Eva Ortet, aquando de uma visita no mês de Outubro a Santo Antão, assegurou que o Governo estava a preparar um plano com vista a solucionar os problemas da fábrica de queijo.

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