Gabinete de Psicologia para ajudar a agentes da Policia Nacional

15/11/2013 00:58 - Modificado em 15/11/2013 08:59
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medicoA criação do gabinete de psicologia da Polícia Nacional (PN) surgiu para dar mais atenção e apoio aos agentes e aos seus familiares, de forma a responder às demandas sociais. Com este gabinete, os polícias que sofrem de problemas de foro psicológico ou familiar, bem como os que fazem uso abusivo do álcool passam a dispor de um meio para encontrarem o melhor caminho para ultrapassarem as próprias dificuldades.

 

Paulo Tavares, responsável pelo gabinete assegura que o serviço vai trabalhar em colaboração com o Serviço Social da Polícia, para responder às reclamações sociais e cumprir, deste modo, as missões e objectivos institucionais, sem se esquecer da vertente social nas comunidades.

Segundo o responsável, a estrutura está equipada com equipamentos modernos de testes psicológicos computadorizados que permitem auxiliar o serviço de saúde nas várias áreas de intervenção de psicologia, visando avaliar as mais diversas “dimensões e factores de personalidade”.

“O gabinete vai dar apoio nas áreas organizacional e social, clínica e judicial. Desenvolve actividades como a orientação dos estudantes efectivos da PN, a mediação de conflitos, a psicoterapia, a prevenção primária e secundária do álcool e droga, entre outros”, apontou.

No seu entender, o modelo de organização policial exige que os homens e mulheres respondam, com maior eficiência e eficácia, em todas as suas intervenções, tendo em conta que “intervêm em ambientes cada vez mais complexos”, onde o grau de “exigência técnica e comportamental é cada vez mais um factor primordial de sucesso”.

 

Terapia

De acordo com o psicólogo, os agentes policiais e os seus familiares receberão atendimento clínico, psicoterapia individual, atendimento e acompanhamento psicossocial a domicílio, para além de colaborarem na reintegração sociolaboral de agentes e encaminhamento para as estruturas especializadas de saúde e apresentação de parecer clínico.

Segundo Paulo Tavares, antes da criação deste gabinete, a Polícia Nacional prestava consultas no serviço social, uma estrutura que tem por objectivo facilitar a satisfação das necessidades de ordem social e pessoal da PN e contribuir para a manutenção de um “estado de espírito saudável no seio da corporação”.

De realçar que os comandos regionais de Santo Antão, São Vicente, Sal e Santa Catarina oferecem consultas médicas aos sócios e familiares graças ao contrato celebrado entre o Serviço Social da PN e os médicos.

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