Quanto tempo lhe custa uma hora no Facebook?

29/10/2013 16:38 - Modificado em 29/10/2013 16:39
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faceUm estudo recente contabilizou o tempo que passamos online e quanto é que isso nos custa, a nível de trabalho, lazer e família.

 

Scott Wallsten, um economista e investigador do Technology Policy Institute, em Washington, realizou uma pesquisa em que contabilizou o tempo que perdemos em atividades online. Wallsten demonstrou que, além de nos ocupar grande parte do tempo, também nos torna muito menos produtivos. Este tempo, investido de outra forma, poderia ser direcionado para a família, amigos ou para sermos mais proativos no nosso trabalho.

 

Contudo, o estudo vai mais além de outros que já abordaram o assunto, ao demonstrar o tempo específico que perdemos com toda a nossa ‘vida’ virtual. Feitas as contas, cada hora passada a navegar no Facebook ou a fazer pesquisa no Google corresponde a menos 16 minutos de trabalho, menos 7 minutos a dormir e até menos 17 minutos em atividades de lazer como festas, ver televisão e visitar museus.

 

Para os adolescentes, cada hora que passam online significa menos13 minutos dedicados à atividades escolares; para os adultos, essa hora custa-lhes mais de 20 minutos que poderiam ser usados para fins laborais. Assim sendo, é contraditório dizer que plataformas como o Facebook, Netflix ou Google sejam grátis: o tempo é perdido em pesquisas superfluas pela internet ou pelo simples facto de estarmos a ‘contemplar’ as fotos de casamento daquele antigo colega de faculdade.

 

O estudo menciona ainda que cada vez mais preferimos contactar uns com os outros online e não pessoalmente. Por isso, o tempo dispendido na Web só é possível em detrimento do contacto directo com outras pessoas. Entre 2003 e 2013 aumentou consideravelmente o tempo que dispendemos na internet – de 8 minutos a 13 minutos por hora. Wallsten acrescenta que, certas actividades que não incluam tempo passado online, como sair com os amigos e ir ao cinema, são incompatíveis e postas de parte. “O que gostamos cada vez mais de fazer é passar o nosso tempo sentados a observar um ecrã”, refere ainda o economista.

 

 

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